Como Usar e Onde Encontrar Pulseiras Masculinas!


01/05/09
Na(s) categoria(s): News | Postado por Diandra Fernandes às 3:00

Pra quem não sabe ainda, quando eu não estou blogando, tomando umas Margaritas com as minhas amigas, polindo o bronzeado, assistindo à alguma série ou vendo uma corridinha na TV, eu trabalho como Personal Stylist/Consultora de Imagem/Estilo. E como eu nunca falei do meu trabalho as such, vou aproveitar o dia de hoje para tal.

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Portanto, uma vez em minhas mãos…

Saiba que tudo começa com um simples (?) questionário seguido de uma entrevista sobre o mesmo que servem para eu conhecer melhor o cliente (dar uma bela de uma “profilada” nele) e ficar sabendo das suas necessidades e vontades com a consultoria, gostos e querências. Na verdade eu tenho duas versões do questionário: uma extensa e a outra mais compacta, tudo vai depender da disponibilidade e boa vontade do cliente. Porque responder bem e na boa é parte essencial e dar um questionário complexo pra alguém que não curte muito essa, é roubada, né? Pra esses eu dou a versão resumida que dá mais certo.

Geralmente eu deixo este questionário de antemão com o cliente ou mando por e-mail pra que a pessoa responda quando tiver tempo e tranquilidade e pra também já ter as infos em minhas mãos na hora de batermos um papo sobre, o que seria a tal entrevista. Junto com ele eu deixo ainda uns testinhos escritos e deixo o teste visual pra fazer na entrevista. E é bom que esta entrevista seja feita na casa do cliente porque aí eu já dou uma olhada no armário pra ter uma ideia do que vou encontrar pela frente quando colocar as mãos nessa massa.

Então, a partir destas infos eu vou traçar um perfil do cliente com direito a definição de estilo, gostos e desgostos dentre outras coisas que vão me mostrar the way to go. Gosto de fazer pra todo mundo um style board ou style book (real ou virtual) baseado nas respostas e deixá-lo sempre à vista pra ter uma ideia visual da pessoa que estou trabalhando com durante todo o processo. Assim eu fico com o feeling do cliente all the time. E sim, consultoria é um processo com várias etapas que leva lá o seu tempo e é também um trabalho em parceria com o cliente, porque é a partir dele que vou filtrar as minhas “regrinhas”, ou seja, é ele quem vai me dizer ou mostrar qual caminho vou trilhar com o conhecimento que tenho. O Tim Gunn, que tem um programa de makeovers (além de figurar no Project Runway), costuma dizer na chamada do mesmo “Your style, my rules“, however, se você quiser saber, se eu tivesse o meu motto seria justamente o contrário: “My rules, (but) your style“. Na verdade, pra ser mais honesta ainda, acho que seria mais assim o meu: “My expertise, (porque acredite ou não, pra mim, regra é boa pra quebrar ou subverter somehow, xi!), your style. Porque quem a pessoa é (body, mind and soul), seu estilo e estilo de vida é que vão me dizer como eu vou aplicar as tais “regrinhas”. Elas só vão entrar pra dar uma polida no que está bruto ou mal direcionado, pra explorar e valorizar the best one has e dar uma suavizada no not so good, que a propósito todos nós temos. A diferença é que uns sabem lidar melhor com estas características enquanto outros… have no clue. Se o foco não for este, periga o cliente virar uma versão genérica dele mesmo e acho que essa não é bem a ideia de quem faz um trabalho de consultoria.

Ou é?

Bom, filosofadas à parte, na mesma sessão ou numa próxima eu faço a análise de cor e de silhueta, e é a partir daí que eu vou definir a cartela de cores do cliente (com os tons das cores amigas do peito, que sempre funcionam no matter what) e determinar as melhores escolhas envolvendo peças e acessórios, e claro seus twists e estilizadas possíveis, tudo personalizado e do tipo que jogam a favor e nunca contra. Aqui entra por exemplo (e já que eu adoro um terno usarei-o como exemplo), as melhores cores para uma enternada mais do que perfeita para N situações incluindo terno, camisa, gravata e afins e suas melhores coordenações possíveis. Determino ainda as diretrizes do terno ideal (tipo de lapela, botões e abotoamentos, o fit e a silhueta mais indicados etc e tal) e claro, as gravatas campeãs (estampas, cores, nós) para tirar o melhor proveito de quem se é em todas as ocasiões. Aliás, se não souber dar um nó (sério?), ensino logo uns 5. E que ninguém nos ouça… se tem uma coisa que eu sempre tenho que dar uma treinada antes de me meter a ensinar é a de dar nó em gravata. Como eu não uso, esqueço fácil, fácil. Treino e levo uma colinha básica, just in case.

E eu peguei o terno como exemplo, mas faço isso basicamente pra todas outras peças e suas montadas, decretando pra elas os melhores twists (personalizado pra silhueta e estilo do cliente) também. Tem ainda aulinha sobre os acessórios mais indicados e das mil e uma maneiras de usá-los (por exemplo, as melhores maneiras de encachecolar ou como e quando usar o hankie dentre outras coisas), de como tornar o seu look mais interessante de diferentes maneiras, as melhores apostas quando o assunto é camadas, tecidos, estampas, o que vestir pra determinadas ocasiões sem errar e por aí se vai. Se ficar falando tudo não saio daqui hoje. Só digo que tudo o que estiver pensando, will be IN. Da undie (yes, dude, até nessa eu vou dar o meu pitaco) ao sobretudo, tudo pra que o cliente sempre se sinta smoking hotin his many layers.

E nessa eu sempre incluo também uma espécie de Damage Control Section (que eu confesso, costumo adorar fazer) onde adiciono umas peças não tão amigas, mas que de uma certa maneira, usada assim ou assado, can be an option. Ou então, aquelas peças que sei lá porquê o cliente quer porque quer usar, mas não é tão flattering assim pra ele. Do tipo que eu sei que apesar da minha recomendação ele vai usar anyways. Isso se eu achar que tem uma maneira, digamos, menos pior de lidar com elas, porque, amigo, tem certas coisas que simplesmente não vão dar pé, não. Nem com uma dose cavalar de criatividade e boa vontade. Not even. Mas se o cliente quiser usar assim mesmo, sem problema, eu me valho do damage control mas deixo lá a minha notinha de que aquela não é uma boa opção.

E outra: eu nunca dou um copy and paste nas regrinhas do que é mais indicado pra cada silhueta de forma genérica. Ou seja, ao avaliar a silhueta de um cliente ao constatar que ele é baixinho ou tem braços curtos não saio logo achando que todas as regrinhas pra lidar com quem é baixinho e/ou tem braços curtos serão as regras aplicadas, regardless. Não. Elas podem servir como uma base mas só vendo com e no cliente é que saberei quais são as boas regras/dicas pra ele indeed e quais dos no-nos até poderiam ser listados como opção ou na base do damage control.

Next round:  Guarda-roupa. Agora, antes de colocar as duas mãos e o olho clínico na massa, eu explico in full sobre a paleta de cores (e o bom uso dela) e sobre as melhores apostas a se fazer quando o assunto é silhueta/body type. Sim, é aquele papinho dos one’s very own dos and don’ts, sabe qual, né? Incluo um papo também sobre o estilo do cliente e a melhor maneira de explorar, lapidar e vivenciar o próprio.

Eu gosto de falar a respeito destas coisas antes de pegar o armário pra poder tirar melhor proveito da experiência, porque ela vai servir pra mostrar na prática what I was talking about.

Mas voltando ao guarda-roupa… A meta desta sessão é: deixar o armário enxuto e funcional, com peças campeãs e amigas, na sua melhor forma (prontas pra serem usadas, sem botão faltando, zíper emperrado etc e tal), organizadas da melhor e mais conveniente maneira possível, bem na linha ready to rumble. Isso quer dizer que o não é adequado e/ou usado em algum tempo gotta go. Mas não se preocupe, I tend to be gentle through it all.

Falo ainda da melhor maneira de armazenar e cuidar de algumas peças, de como “checar” a qualidade dos produtos, do que fazer pra manter tudo funcional e organizado sempre…

Uma vez com ele enxuto, fotografo as peças-chave e alguns looks in still e na pessoa pra figurarem na pastinha, ao mesmo tempo que vou explicando/mostrando montadas mil e como “maximizar ao máximo” o que se tem. Sim, é a famosa sessão de como multiplicar as opções que se tem.

Desta sessão também faço uma listinha do que falta no armário do cliente pra que ele tenha uma boa base para um mix and match redondinho daqui pra frente. E é pautada nesta listinha que será feita a sessão de Personal Shopping.

E tem também papo sobre grooming e ainda arrumação de mala com sugestões do que levar pra viagens mil na medida certa sem faltas ou excessos.

FYI: em todas as sessões levo comigo o meu amigo iPad munido de fotos pra tirar qualquer dúvida visual sobre determinados assuntos. Se ele não der conta do recado, numa próxima oportunidade I show and tell.

Tem ainda a sessão de Personal Shopping, que é opcional, mas que falarei dela daqui a pouquinho, mais exatamente no próximo post pra não ficar parecendo o Antigo e o Novo Testamento juntos.

Então, inté lá.

Update: Parte II.





23 dudes comentaram nesse post:

  1. Daniel disse:
    1 de May de 2009 às 04:35

    Que belo post! Estou até interessado em consultoria, hahahah 🙂

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  2. Vini disse:
    1 de May de 2009 às 05:13

    Este blog é maravilhoso! Leio sempre que posso, pois adoro estar bem comigo mesmo, inovando sempre nos meus looks, mas sem abandonar o meu estilo.

    PS: Meu estilo varia com o humor.

    Reply

  3. Lucas disse:
    1 de May de 2009 às 05:19

    Diandra,acho que você nunca disse em que cidade trabalha,como te contactar e quanto você cobra.Se voce puder dizer,é claro xD

    Em relação às “undies”,o que é sine qua non pra você?

    Reply

    • Diandra Fernandes disse:
      1 de May de 2009 às 12:28

      Lucas,

      Está na pg About, se eu não me engano. Eu sou do Rio e trabalho aqui. E eu já falei sobre as undies, dude.

      XO

      Reply

  4. Pingback: My M.O. - parte II « Homens Modernos

  5. Richard disse:
    1 de May de 2009 às 16:26

    E ai tudo bem? Gostei muito dessa sua descrição, mas eu estou com uma curiosidade imensa aqui.
    Eu sou formado em marketing e a primeira coisa que me veio a cabeça foi, quem é o público desses serviços?
    Classe social, idade, carreira profissional etc. Eu moro em Sorocaba-SP, é uma cidade até que grande mas por aqui nunca vi ninguém que prestasse esse tipo de consultoria!

    Abraços

    Reply

    • Diandra Fernandes disse:
      2 de May de 2009 às 12:19

      Richard,

      Tem um pouco de tudo, desde gente que está começando a vida na labuta até gente já estabelecida no seu, ou mesmo donas de casa, já que a maioria dos meus clientes são mulheres. A idade varia entre 20 something (já tive mais jovens) até uns 55 anos (já tive mais velhos) e a classe é média, média-alta. Uns procuram por necessidade (trabalho, vontade de mudança), outros por curiosidade e interesse em moda e estas coisas. Mas de fato, este não é um trabalho muito divulgado, mesmo porque acontece na base do boca-a-boca e tem muita gente que não gosta de falar a respeito…

      XO

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  6. David Alvarez disse:
    4 de May de 2009 às 15:06

    Sempre leio o blog, acho incrível, suas dicas são importantissimas… OBRIGADO! Bjos

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  7. Egon Bibow disse:
    6 de May de 2009 às 16:00

    legal o vocabulário e o jeito de tratar as dicas. São descontraidas

    Reply

  8. Roger disse:
    21 de July de 2009 às 20:14

    Olá,

    Até hoje não sabia muito o que um(a) consultor(a) de imagem poderia fazer. A base que eu tenho a respeito está em filmes de ficção (não me lembro dos títulos dos filmes, mas sei que a Liv Tyler com o Ben Affleck fizeram um e o Bruce Willis com ele adulto e criança fizeram outro…), mas por mais que ela se aproxime da realidade, ficção é sempre ficção.

    Após ler seus textos, achei-os muito esclarecedores e a sua profissão, que apenas tinha meu respeito, agora conta com minha consideração.

    Mas a pergunta que não quer calar, extrangeirismos não estão um pouco “out”? Não soariam como um comportamento um tanto “snobbish”?

    Parabéns pelo blog.

    Atenciosamente,

    Roger

    Reply

  9. Brunomm disse:
    1 de November de 2009 às 23:09

    … “quando eu não estou blogando, curtindo com os meus gatos (e eu tenho 3, dois felinos e um humano), tomando umas Margaritas com as minhas amigas, polindo o bronzeado, assistindo a alguma série no meu iPod ou vendo uma corridinha na TV, eu trabalho como Personal Stylist”…

    Diandra!!! Você é uma personagem de Sex and the City???

    Reply

    • Diandra Fernandes disse:
      2 de November de 2009 às 15:24

      Brunomm,

      Sou a Carrie Bradshaw, não sabia?rs

      XO

      Reply

  10. Ju disse:
    7 de March de 2011 às 17:03

    Di querida ja fiquei intima percebeu?! kkkkkk…… mas estou simplesmente apaixonada pelo seu blog amiga. acabei de fazer um curso de consultoria de imagem, e um de visagismo e estou apaixonada por tudo que se refere a estes assuntos e seu blog achei outro dia por acaso e foi amor a primeira lida… quero me especializar no atendimento a homens e to aprendendo muito com vc. vc nao da cursos? caso resposta afirmativa me envie um email. parabens !!! trabalho lindoooooo !!! sucesso sempre. vou grudar por aki, ja me programei pra ler uns dois posts por dia ate ficar em dia com todo conteudo. bjao Ju

    Reply

  11. Flávio disse:
    15 de May de 2011 às 02:26

    Nossa, mas é um sooonho! haha É como um desses programas de mudança radical de pessoas sem brilho nenhum (eu), mas sem a exposição e a humilhação pública desses mesmos programas.
    Preciso muito disso, sério. Mas estou tão sem grana para fazer tudo isso e ainda comprar roupas no momento… Será que valeria receber a consultoria e ir tentando completar/renovar o guarda-roupa aos poucos? E, aliás, você tem como fazer essa consultoria para pessoas em outras cidades (Skype, e-mails, tel, sinal de fumaça…)? Ou, se não der, conhece alguém pra indicar em São Paulo?

    Sempre que procuro qualquer coisa sobre moda masculina no Google, caio no seu blog! Parabéns pelo trabalho! É excelente. Acho que vou “pular” o Google e começar a procurar tudo direto aqui, que é melhor. Melhor ainda, vou me esforçar pra ir lendo todo o blog aos poucos (é muita coisa!).

    Reply

    • Diandra Fernandes disse:
      15 de May de 2011 às 15:42

      Flávio,

      Vc pode fazer uma consultoria em partes… e na consultoria há a possibilidade de ser com ou sem personal shopping. Pelo menos comigo é assim. E não, eu não faço consultoria desta forma mesmo pq eu não saberia fazer consultoria de forma virtual. Preciso de contato pessoal com a pessoa e o seu guarda-roupa.

      XOXO

      Reply

  12. Flávio disse:
    16 de May de 2011 às 00:46

    Obrigado pela resposta, Diandra.

    Mas só pra confirmar: então pra pessoas em SP, sem chance de fazer a consultoria com você? Ou, por acaso, você vem pra SP de vez em quando?

    Se for isso mesmo, conhece consultores para indicar por aqui?

    (Estou com medo de mandar mais um comment e você ficar brava; a sua parte sobre regras é um pouco amedrontadora, mas não lembro de ter lido nada proibindo insistir um pouquinho num assunto! 😛 hehe)

    XOXO

    Reply

    • Diandra Fernandes disse:
      16 de May de 2011 às 17:31

      Flávio,

      Eu não costumo ir pra SP pra fazer consultoria não. Mesmo pq é um processo que demora alguns bons dias…

      Tem a Dre Magalhães ( http://dremagalhaes.com ). Confio no olho dela.

      Relax, dude. Só fico braba quando me perguntam algo que já respondi em post…

      XO

      Reply

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  14. kenji disse:
    28 de July de 2012 às 11:29

    Di….o que mudou em seu trabalho nestes anos de personal stylilst?

    Reply

    • Diandra Fernandes disse:
      28 de July de 2012 às 11:43

      Kenji,

      Em comparação com este post? Algumas coisas… na verdade eu sempre refaço e mudo as coisas um pouco ao menos… Mas ultimamente (e já faz um tempo) eu tenho focado em outras coisas, outros projetos mais do que nesta área. Por isso ando pensando em montar algo mais compacto, sem perder o que de fato é importante.

      XO

      Reply

  15. Helmar disse:
    2 de May de 2013 às 14:46

    Di… não sei se lembra de mim (o chato que reclamava dos posts do Google+). Continuo chato mas não to aqui pra reclamar LOL….
    O que você me diz sobre a aplicabilidade de seu trabalho em cidades menores?
    Você imagina que exista um certo pragmatismo e que muita coisa que rola nos grandes centros tendam a demorar a chegar em pequenas cidades. E olha que é uma cidade elitista tough… Consegue enxergar isso na prática?

    Reply

    • Diandra Fernandes disse:
      2 de May de 2013 às 18:10

      Helmar,

      Lembro sim. E ó, por eu insistir em mandar as coisas pro Google plus é que eu descobri a razão de ser de um bug… hehehe See? Se vc fala do meu trabalho com Consultoria de Imagem, não teria problema. Porque Consultoria de Imagem tem a ver com ensinar às pessoas quais são as suas melhores escolhas pro seu estilo, silhueta e estilo de vida e pra isso vc não precisa de últimas modas, sabe? A não ser que tenha a ver com a pessoa. Aí, sim. E por exemplo, aqui no Rio este ramo ainda é muito não conhecido pelas pessoas porque por aqui a vibe e mentalidade é bem desencanada em relação ao se vestir bem e adequadamente, bem desencanada e até demais… rs

      XO

      Reply

  16. Helmar disse:
    2 de May de 2013 às 18:16

    Exactly what I was trying to say…
    Aqui temos 160mil habitantes. A maioria faz pose de moderno mas cheia de carnês das casas Bahia pra pagar… e com gosto duvidoso…
    Mas achei bem esclarecedor vc dizer q seu trabalho foca na identidade da pessoa, não no modismo. Afinal, quase tudo que se aproveita de música, arte (sou poeta, lembra?) e cultura é o que no seu mundo seria chamado démodé IMHO…
    PS* Don’t waste your time replying this
    XO

    Reply


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