Como transformar 15 peças em mais de 200 looks!


13/08/09
Na(s) categoria(s): Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras, Por Aí | Postado por Diandra Fernandes às 23:46

E as próprias você confere lá no Terra. Lembrando que ser cavalheiro e adotar estas e outras atitudes vão só adicionar, contar pontos num mundo tão vazio de cortesias.

E se quiser o meu conselho: exercite o cavalheiro que existe em você, sempre. Nós mulheres adoramos e sentimos falta disso sim ao contrário do que muitos de vocês pensam. Aliás, vocês não fazem é ideia de quanto a gente gosta… Se fizessem não teriam minado com a maioria deles. Mesmo porque mulher gosta de ser tratada como mulher e não como homem. Eu pelo menos gosto, e pra mim achar que igualdade é tratar mulher como homem, sendo esta a maneira de equiparar ambos é atitude das mais machistas, e pior compartilhada por um monte de mulheres que acham que são as novas-feministas in action.





2 dudes comentaram nesse post:

  1. Bruno disse:
    14 de August de 2009 às 02:06

    De fato, a verdadeira igualdade está não em uma padronização de tratamento, mas em respeitar e reconhecer diferenças e trata-las da maneira apropriada. Tenho minhas dúvidas se o cavalheirismo é possível ou mesmo apropriado 24 horas por dia e sete dias por semana, mas dou o melhor de mim.
    Minha única crítica diz respeito a fazer o pedido por ela num restaurante, que sempre me pareceu uma atitude um tanto arrogante e prepotente por parte do cara e nunca enxerguei como algo educado. Já estive em situações em que a garota nitidamente não queria a responsabilidade da escolha, mas vejo isso mais como o nervosismo de um primeiro encontro, por exemplo. (Situação na qual, diga-se, pouco se conhece da pessoa para presumir seus gostos).
    Mas brinco com amigas minhas que a única ocasião em que eu vou permitir que paguem uma conta é na comemoração do meu centésimo trigésimo aniversário. Elas aceitam, mas em alguns momentos parecem se sentir um tanto embaraçadas pelo fato e, em pelo menos uma ocasião, chegou a debater comigo de que ganhavamos mais ou menos a mesma coisa e não havia porque eu sempre pagar.
    O que me leva a te perguntar… o quanto você diria que a insistência delas em permitir que paguem a conta é charme e o quanto é verdadeira? Seria possível que, por vezes, ao tentar ser gentil, termino por ofender?

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    • Diandra Fernandes disse:
      17 de August de 2009 às 13:24

      Bruno,

      É até normal ter aquele joguinho inicial do “ah, vamos rachar?- não eu faço questão de pagar – tem certeza?” etc e tal. Agora, se no processo ela insistir veementemente e abrir discurso, aí mano, racha, ora. Se ela não quer a gentileza, que fique sem. Problema dela.

      XO
      E uma outra coisa: o fazer o pedido pra ela não é escolher o que ela vai comer e sim saber de antemão com ela o que ela gostaria de comer e comunicar ao garçom o pedido seu e dela.

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