Como Usar e Onde Encontrar Pulseiras Masculinas!


11/05/11
Na(s) categoria(s): Comportamento, Saúde e Bem-Estar | Postado por Diandra Fernandes às 22:00

E não, dude, neste caso eu nem estou falando da parte física e do estilo e sim do que vem por dentro. Engraçado é que geralmente a gente só tem mesmo uma visão bem ampla do que somos in full quando nos vemos espelhados de alguma forma por aí… no mundo ou em alguém. Isso se nos permitirmos enxergar as such.

Ah, o espelho, agente mandatório e quando tratado como amigo, salvador em todos os níveis quando o assunto é… imagem.

Enfim, não vou falar a respeito porque este texto aqui disse tudo e mais um pouco sobre o assunto. E ele termina com um papo sobre ser teimoso e persistente e como transformar um teimoso num ser persistente (yep, that is possible!), dizendo o seguinte:

“O teimoso é um indivíduo egocêntrico que está mais preocupado em ter razão do que em encontrar a razão. O teimoso caminha em círculos. Já o persistente, possui metas mais claras, aceita opiniões e toda a ajuda que o auxilie a chegar lá. O persistente aprendeu a caminhar em linha reta, na direção de seus objetivos e metas. Enquanto persistência é uma virtude, teimosia é um defeito. Quando damos uma direção à teimosia e nos libertamos das ilusões de nossas egotrips, aprendemos a ser persistentes.

Faça de seus erros, razões para acertar. Seres humanos não aprendem com seus erros, aprendem consertando seus erros…

Neste exato momento, há uma imagem refletida no “espelho” deste texto. Não a trate como um desconhecido…”

Acho que este post meu antigo sobre espelho e mudanças corrobora com a história. E tem ainda por lá este texto sobre uma intro acerca da Sombra segundo o Jung.

E aproveitando, já que falei em mudanças… num episódio recente de Glee uma psiquiatra falou pra Emma que sofre de OCD o seguinte: “your illness is not who you are supposed to be, your illness is keeping you from being who you are supposed to be.”

Às vezes temos tanto medo de mudar que nos acostumamos e nos apegamos de tal forma à uma situação ou condição mesmo que debilitante, que enfiamos na marra na cachola que aquilo nos resume, é o que a gente é, que faz parte da nossa essência e com ela não se brinca e assim será pra todo o sempre e não tem nada a ser feito, mesmo que tenha e seja in fact, libertador. Tolinhos que somos nem nos damos conta que é justamente este apego a uma condição/situação ou a um comportamento meramente aprendido (e que não tem nada a ver com essência) que nos impede de irmos adiante a avante, de simplesmente sermos o que de fato e de direito somos, de explorarmos todo o nosso potencial, inclusive de seguirmos na direção dos nossos sonhos ou querências.

Only if we could really face and embrace the mirror…

Only if





3 dudes comentaram nesse post:

  1. Rodolfo disse:
    11 de May de 2011 às 23:03

    Muito bom…

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  2. Humberto disse:
    12 de May de 2011 às 17:31

    Você também assiste Glee, Diandra? Eu adoro.

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