Como Usar e Onde Encontrar Pulseiras Masculinas!


14/11/13
Na(s) categoria(s): Comportamento, Romântico Sim Por Que Não? | Postado por Diandra Fernandes às 9:49

E lá vem ela com um papo utópico… aviso: nem é. Na verdade o papo é sobre algo bem duh!, que de tão duh! passa batido… Sabe aquela do óbvio ser tão óbvio que as pessoas nem se tocam dele? Pois é… Tá, pra alguns pode ser óbvio mas vai cair naquela de “faz todo sentido mas na hora da prática old habits esculhambam tudo”… Enfim, ao papo:

 

Here is the deal:

Geralmente a gente é a soma de tudo o que a gente aprende por aí, incluindo o que é aprendido nos nossos relacionamentos, mas esquece de aprender que o que se tira de cada relacionamento é meramente mais uma lição e não uma maneira de comportamento que vai sair por aí reaplicando porque aprendeu que com um relacionamento tal é assim que deve ser sempre pra funcionar. Porque antes de mais nada ninguém é robô e se não é, pra que agir roboticamente, me explica?

Agora, deixa eu explicar a questão melhor: Tem muita gente entrando em relacionamentos (e aqui falo de relacionamentos amorosos mas o papo vale para todo tipo de relacionamento) trazendo as fórmulas usadas e aprendidas no passado com as experiências anteriores, na base do copy and paste-ish, saca? Tipo assim, estou apaixonado e vou usar tudo o que usei, aprendi ou absorvi na última vez ou últimas vezes que apaixonado estive. Ou vou usar as lições aprendidas along the way. E isso inclui as coisas boas e ruins, sem se dar conta que mesmo o que julga como bom pode não ser o bom pra este novo relacionamento porque o que funcionou anteriormente pode não funcionar desta vez… porque dude, tudo é relativo.

Pra ilustrar bobamente: imagina que você iniciou um relacionamento com alguém que gosta de girassóis, mas a sua namorada antiga gostava de gérberas e como você se acostumou a dar gérberas pra ela e tem até o endereço de um lugar especializado em que tem as melhores. Daí assume que toda mulher gosta mesmo é de flor, regardless, passa por cima do gosto dela e lhe compra gérberas porque né, já está acostumado a ir lá na tal loja, é mais conveniente pra você, anyways… E periga até em achar que gérbera parece tanto com girassol que ela nem notar vai… Really? Pois é….

Ué, é tão sabichão, mas dessa não tava sabendo? Pois é. E às vezes, quando experiência pra certas coisas não tem, acha que aplicando o que já foi usado por alguém ou que leu num livro ou que um amigo disse que funciona ou que fizeram com ele e que serviu pra deixá-lo interessadão vai surtir o mesmo efeito no tal relacionamento que deseja iniciar, que é a sure thing pra aplicar. Sinto lhe informar, mas as coisas não são bem assim. Fazer isso é partir pra generalização esquecendo que cada situação é sem-igual, que cada pessoa é única e por isso cada relacionamento deveria o ser também. E se aplicar as mesmas coisas que usou ou que foram usadas com você ou com outros, mesmo que tenham surtido efeito, just because, sem levar quem a pessoa é em conta, sem ter em mãos a bula da pessoa em questão que é exclusiva e não genérica, vai se estrepar. Corre o risco de aplicar repelente achando que estava usando mel. Porque assim, pra alguns ciuminho bobo é afrodisíaco, já pra outros… é totalmente “brochuleante”…

Oopsy.

“Você não pode decidir ou mudar o jeito que os outros te tratam. Você só pode escolher a que tipo de tratamento você se submete.”

Então anotaí o primeiro princípio básico desta equação: experiência anterior serve pra calejar, deixar a pele mais grossa, mais resistente, pra nos dar mais desenvoltura no jogo de cintura que todo mundo precisa pra se virar bem na dança da vida. E nada além disso. Porque nunca as coisas ou as pessoas são exatamente como as outras, da mesma maneira que você não é exatamente o mesmo cara de 5 anos atrás ou o mesmo do relacionamento anterior. Não, não é. Ou melhor só é se nada que aconteceu na sua vida tenha te afetado de alguma maneira, de tocado somehow. Se foi o caso, aí pode até ser, mas duvido. Porque  sua essência permanece a mesma, mas você muda, tanto de cabelos como de ideias, como de emprego, como pode mudar as prioridades, como pode inclusive mudar de gostos, refinar o olhar, afiar a língua… enfim… Porque experiência só serve pra algo se vem junto com a “sabedoria de saber” o que usar ou não pra determinadas situações, de como adaptar o que foi aprendido e não dar aquela famoso copy and paste, regardless.

E são com estes calos, com este jogo de cintura ampliado é que a gente adentra o relacionamento novo, seja ele amoroso, profissional ou de amizade e não com as fórmulas prontas de sucesso ou fracasso que vieram deles pseudoprontas. Porque quando a gente entra num relacionamento novo a gente entra pra se relacionar com a pessoa em questão, pra interagir com ela e o seu mundo novo e não pra impor o tipo de relacionamento que tem ou teve com as outras pessoas que passaram ou ainda estão na nossa vida. Porque é isso que enriquece o nosso universo e não mais do mesmo de sempre. Se for isso que você quer, então fique com os seus mesmos de sempre, oras. E se quiser o novo, tem que se abrir, adicionar pra ver se vai ser uma boa pra você e pra pessoa em questão esta soma. Porque só assim que dá pra avaliar.

Agora imagina se a pessoa anterior foi uma bandidona com você e por causa disso você passa a achar que toda a mulher é assim e logo de chofre começa a tratar a sua nova amada como tal? Seria justo isso? Nem, né?  Nem com ela e nem contigo, trouxa.

E né, cada pessoa tem lá os seus códigos, seu programa de software instalado pronto pra ser explorado e tratado as such. E se você ainda não se deu conta, é justamente esta exploração que enriquece, que adiciona e que se for de fato bom pra gente só fortalece a nossa essência e é só através dela que a gente pode saber se aquele alguém é alguém que a gente quer fazer esta troca. Porque relacionamentos são uma troca que deveria ser espontânea até, e a gente só vai poder saber se é aquela que a gente quer participar quando souber quem é a pessoa do outro lado da mesa. Por isso que apelar pra joguinhos só vai atrapalhar. Trust me. Porque é bom deixar claro que tipo de pessoa a gente é desde sempre pra ver se somos a match na prática pro outro. A não ser que fazer estes joguinhos pertença a quem você é e seja algo que vai sempre se valer relacionamento adentro e não parte de uma tentativa aprendida que supostamente funciona, deu pra entender? Porque ao contrário do que muitos pensam, o amor que se sente não vai resolver problema de relacionamento nenhum por mágica ou efeito colateral. Ele se resolve na prática. E tem que ser de ambos os lados.

E como faz isso, esta mágica de conhecer a outra pessoa? Indo pro segundo princípio desta equação: prestando atenção na pessoa na medida que o relacionamento se desenvolve. Sem achismos ou assumismos, sem joguinhos, mas na base da descoberta sincera, um do outro, do olhar pra pessoa e vê-la, enxergá-la, afinal não é com ela que você quer passar boa parte do seu tempo ou dividir uma vida juntos? Então, se atente pro que ela te conta sobre ela, pros seus gostos, pro seu jeito de ser e de ver a vida, pras linhas e não pras entrelinhas, porque as entrelinhas só vão poder ser lidas com as linhas dela e não de outras em mãos, gabaritadas. É delas, das linhas e entrelinhas da pessoa gabaritadas que você vai tirar a bula. E pode ser ilusão minha, mas acho que a gente quer ser vista como a gente é e não como o outro acha que a gente é ou deve ser. Quer ser gostada por isso e não por uma idealização ou por manipulação pra ser enquadrada dentro de uma outra bula que nem é a nossa e nem tem nada a ver com a gente, mas que lhe é conveniente. Se for assim, então pra que este relacionamento, pode me dizer? Melhor ser não gostada pelo que se é do que ser gostada pelo que não se é. Pelo menos pra mim é bem assim.

E se precisar de ajuda pra conhecer melhor a tal pessoa, se encontrar alguma dificuldade para lê-la, se valha dos amigos dela, não dos seus. Seus amigos não a conhecem, te conhecem e só vão poder discorrer acerca de achismos ou se baseando nelas mesmas, o que pode ser o maior tiro no seu pé. Com os seus amigos ou amigas você só vai aprender algo sobre eles mesmos não sobre a pessoa em questão.

E isso nos leva pro terceiro princípio desta equação: todo relacionamento precisa ser personalizado, ter os seus prórpios códigos. Únicos. É assim que a gente cria o nosso relacionamento que vai servir somente pros dois. E aí vale pra tudo: desde comemorações ao que de fato importa pra um e pra outro (o que pode não ser a mesma coisa), ao como convivem no dia a dia etc e tal… porque personalizar é preciso, caso contrário você só estaria levando em conta a si mesmo e não a outra pessoa. Ou então, estaria levando em conta você e quem passou antes na sua vida…

Problems in a relationship appear when something means so much for one and doesn’t mean anything for another and not being able to understand that importance. 

Ah, Di mas o meu relacionamento anterior foi tão bom que gostaria de  reproduzi-lo exatamente no novo e tal, por que não? Porque para o relacionamento ter uma mínima chance de ser tão legal ou até melhor do que o anterior que você tanto gostou e se apegou, ele precisa encontrar entre vocês dois o que levaria o relacionamento a ser tão legal assim, encontrar a sua fórmula única. E pra isso tem que levar em conta o outro e saber o que vai surtir o mesmo efeito na pessoa que teve na anterior. Pra isso é preciso encontrar algo que tenha este efeito no relacionamento porque é atrás do efeito que você está, mas pra isso tem que ter em mãos o que vai poder desencadeá-lo, saca? Seria mais por aí, descobrir o que funciona pra vocês dois e não reproduzir o que funcionou pra você e um outro alguém.

Quarto: Aprenda a falar a língua dela e que ela aprenda a falar a sua. Porque um só falando a língua do outro não rola, embola. E sem esta vontade e abertura o que vai acontecer é que os dois podem estar madly in love for each other mas nenhum dos dois ou somente um dos dois vai sentir este amor. Não tem como o outro sentir se você não fizer com que ele sinta isso e isso só é possível quando você fala a língua deste alguém que eu já disse lá em cima não é genérica, e sim algo dela. Este falar a língua do outro envolve a tal troca, o girassol e gérberas na prática. E deveria ser na verdade algo voluntário e não pedido ou demandado, porque quando a gente ama alguém, é levando em conta o como ela se sente amada que a gente consegue que ela sinta o nosso amor e não fazendo isso como ela sentiria? E o que é amar alguém se quem a gente ama não consegue senti-lo? Pois é… desperdício de sentimento, eu diria.

E não pense que porque ela fez algo pra você ou por você, onde você sentiu o amor dela, que reciprocando com o que ela tenha feito, isso vai fazê-la sentir o mesmo que você sentiu, que vai ter o mesmo efeito nela. Não. Isso seria falar a sua língua com ela. Tem que descobrir o como se daria isso pra ela. Por exemplo, ela sabe que você adora festa-surpresa. Ela odeia, mas sabendo que você adora, no seu aniversário ela faz uma pra você toda especial, sensa. Daí você assume que porque ela fez pra você uma festa-surpresa que fazer uma pra ela vai ter o mesmo efeito nela. Que esta é a maneira certa de reciprocar. Só que ela odeia e só foi lá e fez uma pra você porque sabe que você gosta. Pra fazer esta troca, pra aplicar bem a lei da reciprocidade, digamos assim, fair and square você tem que saber o que teria este efeito tão bom causado pela festa surpresa em você nela. E pra ela isso pode ser algo tipo um jantarzinho a dois em casa instead. Mas só ela pode te ilustrar o que seria isso, ninguém mais.

Porque assim, não adianta nada eu ficar entendo o lado do outro enquanto o meu nunca é entendido ou é mal-entendido. Num relacionamento, pra que ele seja super, a boa reciprocidade deve fazer parte. E deveria ser algo espontâneo, inclusive.

Acho que é isso.

casal-troca

Então, resumindo: da próxima vez que entrar num relacionamento, zere a conta, só leve consigo a pele mais grossa que ganhou das experiências passadas, não as fórmulas pseudoprontas. Entre no relacionamento sendo você mesmo e aberto a conhecer a outra pessoa sem assumismos, a trocar e reciprocar na boa, na base do fair and square. And go with flow. O seu e o dela.

Amor será dar de presente um ao outro a própria solidão? Pois é a coisa mais última que se pode dar de si.” – Clarice Lispector

E eu acrescentaria que pra isso tem que valer muito a pena, indeed.




04/07/13
Na(s) categoria(s): Comportamento, Romântico Sim Por Que Não? | Postado por Diandra Fernandes às 9:10

Estes dias saiu por aí uma carta que o Brad Pitt teria escrito para uma revista sobre a vida com a esposa Angelina Jolie num momento difícil na vida a dois dos dois. A carta pra quem ainda não leu é esta aqui:

brad-angelina

“Minha esposa ficou doente. Ela estava constantemente nervosa por causa de problemas no trabalho, vida pessoal, suas falhas e problemas com as crianças. Ela perdeu 13 quilos e pesava cerca de 40 aos 35 anos. Ela ficou muito magra e estava constantemente chorando. Ela não era uma mulher feliz. Ela sofria de constantes dores de cabeça, no coração e tensão muscular nas costas e nas costelas. Ela não dormia bem, pegava no sono apenas de manhã e ficava cansada rapidamente durante o dia. Nossa relação estava prestes a chegar ao fim. Sua beleza a estava deixando, ela tinha olheiras, cabelo embaraçado, e parou de se cuidar. Ela se recusou a gravar filmes e aceitar papéis. Eu perdi a esperança e pensei que nós iríamos nos divorciar… 

Mas então eu decidi agir. Afinal, eu estava com a mulher mais bonita do mundo. Ela é ideal para mais da metade dos homens e mulheres do planeta, e eu era o único que tinha permissão de dormir ao lado dela e abraçá-la. Eu comecei a mimá-la com flores, beijos e elogios. Surpreendia-a e agradava-a a cada minuto. Dei vários presentes e vivi apenas para ela. Falei em público a respeito dela. Ligava todos os assuntos a ela. Eu a elogiava na frente dela e de nossos amigos em comum.

Você não vai acreditar, mas ela floresceu. Ela se tornou uma pessoa ainda melhor do que antes. Ela ganhou peso, não estava mais nervosa e começou a me amar mais do que nunca. Eu não tinha ideia de que ela poderia me amar TANTO assim. E eu percebi uma coisa: a mulher é o reflexo de seu homem”.

Bom, eu nem sei se esta carta do Brad Pitt (tirei do Ego) foi escrita indeed por ele mesmo (porque se tem uma coisa que o FaceBook nos ensinou foi que textos, citações que correm por aí etc e tal nem sempre são de quem “assina”), só sei que derreti ao ler. E eu que nunca achei o Brad Pitt um Brad Pitt (pra mim ele é bonito mas totalmente sem graça, sabe como?) reconsiderei… Fiquei querendo até um Brad Pitt pra mim… hehehe

Enfim, mesmo não sendo esta uma carta dele mesmo, o conteúdo ilustra muito bem algo verdadeiro: gestos de amor, palavras aconchegantes, atitudes generosas que trazem um sorriso ao rosto, que acarinham a alma, que fazem com que a gente se sinta especial podem ser tudo o que o outro ou a gente anda precisando pra se resgatar, pra reanimar, pra voltar pra vida. Mais até do que remédios e tratamentos psicológicos.

Mas pra fazer isso, este algo aí tem que olhar pra pessoa em questão e sacar o que ela anda precisando, o que pra ela teria este efeito e não dar um mero copy and paste no que o Brad fez ou em algo que um amigo seu disse que funcionou com ele. Porque é aí que está a fórmula deste remedinho. Se bem que pra mim, seria por aí…

Aliás, coisas assim fazem um bem danado pra qualquer momento de um relacionamento amoroso. Fica a dica. 😉




25/05/13
Na(s) categoria(s): Comportamento, How To, Romântico Sim Por Que Não? | Postado por Diandra Fernandes às 18:07

Primeira coisa: está querendo fazer um jantar romântico? Então, escolha o menu com antecedência e se não for nada safo na cozinha e/ou nunca tiver feito aquela ou aquelas receitas antes, faça a receita antes, bem antes do dia que vai dar o jantar pra testar e ver se aprova e tal. Uma vez aprovada compre todos os ingredientes com folga na quantidade pra evitar algum problema em relação a isso. E também veja quanto leva pra fazer pra lidar com o tempo na boa. Tudo isso vai te ajudar a preparar a receita no dia sem major dramas.

como-fazer-jantar-romântico

Em qualquer caso, tenha sempre um plano B (e aqui tem o da sobremesa) no bolso do avental pra que se mesmo assim algo ou algos derem errado você tiver o que fazer pra corrigir. E aí pode ter ali à mão uma receita sure bet que você sabe que ela gosta também pra fazer ou até o número do telefone de algum delivery no caso de estar num daqueles dias onde tudo dá errado e aí amigo é melhor nem retentar, sabe qual?

Menu checked, arrume a casa no dia anterior e reajeite algumas horas antes caso algo precise deste toque. Pra ela ficar um brinco. E você pode dar alguns toques românticos na decoração colocando um arranjo de flores na mesa do jantar ou numa mesa na sala, um pote cheio de chocolates com embalagem de coraçãozinhos, pétalas de rosas, um painel com alguns momentos de vocês dois…. coisas que remetam a toques românticos. Mas não precisa exagerar nem nada. Sutileza speaks volume. Dá uma olhada nas sugestões visuais pra ver como seria o meu tom sobre isso.

Se valer da iluminação pra dar um clima mais aconchegante é uma boa. Pode dar este toque com um modulador de luz ou via velas, mesmo. Mas veja bem, se for usar velas pra isso não coloque perto de cortinas ou algo que possa ser incendiado fácil. E nem use velas perfumadas. Porque o cheiro pode interferir de uma forma negativa na hora de comer. O mesmo vale pra flores. Não escolha flores que exalem muito perfume porque mesmo que ela adore pode ficar enjoativo. Então, evite essa. Mas sim, acho que flores naturais são sempre uma melhor pedida. E pode até colocar uma rosa na mesa do jantar especialmente pra ela e tal.

Escolha uma trilha pra noite e grave um CD ou faça uma playlist pra ocasião and let it play all night.

A mesa já deve estar posta quando ela chegar com uma linda toalha ou um jogo americano legal. Talheres prateados limpos e faceiros. O mesmo vale pra louça. No como servir que entra amanhã eu falo mais sobre estes elementos.

jantar-romântico-como-fazer

E se você tiver um quintal legal ou um terraço ou uma varanda e achar que dá pra servir o jantar ali pode ser uma. Ou se a sua única opção for na cozinha ou sala de estar do seu ap, sem uma vista legal nem nada, pode fazer um mural na parede com uma vista de encher a vista. hehehe Tipo Paris ou uma praia com pôr do sol ou o que achar romântico ou o que seria uma boa ideia pra você. Se não, no problema.

Se arrume pra recebê-la já  pronto, guapo e cheiroso, caso ela venha até o seu ap sozinha. Homelicious. Semana que vem coloco um post sobre o que vestir, tá? E sim, ela pode ir até à sua casa ou você pode ir buscá-la, se preferir. E levá-la em casa depois.

Se você dividir a casa com alguém, é uma boa rifar estas pessoas da sua noite. Como? Diga que no dia tal você vai dar um jantarzinho e queria privacidade total até determinada hora. Lógico que quem mora com você vai ter que concordar. Mas né, discuta isso um bom tempo antes. E estou falando isso de rifar quem mora com você porque um jantar romântico com alguém sassaricando na cena meio que corta o clima.

Outra coisa que pode cortar o clima é o danado do telefone. Ainda mais se ele for do tipo que toda hora toca na sua casa. Pode desligá-lo. E isso vale inclusive pro celular.

Se tiver um presente pra dar pode escolher o momento que achar mais apropriado pra isso. Mas assim, se ela chegar e te der logo de cara o seu presente, você pode e acho até uma boa dar o seu presente também. A não ser que você tenha lá preparado um momento pra isso com algo especial e tal. Aí pode dizer que o dela vai ser entregue somente later on.

Ah, e se por algum acaso ela estiver longe, em outra cidade ou país, você pode bolar um jantarzinho você na sua casa e ela na dela com o auxílio dessa tal de dona internet e de algum vídeo chat. Why not? Acho até fofo isso, viu?

Vou continuar com os outros elementos desta equação amanhã em duas edições. Portanto, stay tuned!




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