Como Usar e Onde Encontrar Pulseiras Masculinas!


11/04/07
Na(s) categoria(s): Acessórios Masculinos, Anote Essa! | Postado por Diandra Fernandes às 18:41

Pelo menos uma vez por mês, ou de 15 em 15 dias em lugares muito úmidos, dê umas férias do armário para as suas peças de couro, quer sejam jaquetas, calças, cintos ou sapatos. Couro precisa respirar e deixá-las pegando um ventinho fresco indoors mesmo é necessário.




11/04/07
Na(s) categoria(s): Acessórios Masculinos, Anote Essa! | Postado por Diandra Fernandes às 18:35

Antes de mais nada, remova a graxa antiga com um gel limpador e uma estopa. Aliás, isso serve também para limpar a sujeira do sapato, mesmo a invisível. Limpe bem e não deixe resíduos.

A seguir, passe um pedaço de estopa limpa no pote de graxa, aplique no sapato espalhando bem por toda a superfície do couro. Não é para deixar lascas de graxa aqui e acolá não. Ela tem que ser “absorvida” pelo sapato.

Aí escove bem o sapato com uma escova própria até o brilho aparecer. E pronto. Depois você pode dar uma lustradinha básica com uma flanela limpa. E voilà: shoes to go!

Se por algum acaso você usar o tal sapato todo dia (o que não é lá uma boa idéia já que ele precisa de uns 2 diazinhos para respirar e arejar), engraxe toda semana; senão de 15 em 15 dias está ótimo. E toda vez que usar, dê uma bela escovada.

Outra coisa: a melhor graxa é a em pasta e anote aí: as líquidas, aquelas mesmas com aplicador de espuma, acabam por danificar o couro já que criam camadas que craquelam o mesmo. Evite-as!

Na hora de passar a graxa, muito cuidado para não borrar a borda do solado e depois lambuzar suas roupas e o chão. Sempre tire o excesso com pano úmido.

Não use a mesma escova, estopa ou flanela para engraxar sapatos de cores diferentes. Por razões óbvias. 




10/04/07
Na(s) categoria(s): Acessórios Masculinos, Anote Essa!, Comportamento | Postado por Diandra Fernandes às 18:06

Se você não é daqueles que sabe, com um olhar ou ao menos com um toque bem dado, diferenciar o joio do trigo, ou em outras palavras, o que é bom e o que não é tão bom assim no mundinho fashion, tenho algumas dicas que vai ajudá-lo a superar o seu status de clueless quando o assunto é qualidade.

Antes de mais nada como primeiro passo, você terá que experimentar os extremos para ter o feeling do que é bom e do que não é lá essas coisas. E pra isso, nada melhor do que um pequeno trabalho de campo. Vá à uma loja bem cara, de preferência com ou de estilistas internacionais, bem do tipo Daslu mesmo. Estou recomendando um designer lá de fora por uma razão muito simples: lá fora, um designer famoso sabe que manter a qualidade do seu produto lá em cima é fundamental para seu sucesso. Sempre. Caso contrário, sua imagem sofre um baque terrível. E isso já não ocorre tanto aqui em terra Brasilis. Digo isso, porque já vi muita porcaria em loja carésima de estilista local, destes mesmos que desfilam na SPFW e na Semana de Moda do Rio. Ou outras lojinhas metidas à besta que cobram uma grana preta por algo que não vale nem 1 Real. Acontece mais na moda feminina é verdade, mas não isenta a masculina não. É claro que não estou jogando todos eles na lama e muito menos fazendo campanha do tipo “o que vem lá de fora é melhor” porque não é esse o caso. Agora que tem gente por aí comendo arroz com feijão e arrotando caviar, ah isso tem… e pelo sim e pelo não… melhor ir no certo nessa nossa experiência, combinado? Senão a referência que quero dar a vocês não vai servir pra nada.

Continuando… vá à loja carésima de um top designer internacional (ou se preferir, vá do brasileiríssimo Ricardo Almeida que esse é garantia de qualidade nacional) e experimente tudo que der vontade: sobretudo, jaqueta de couro, um blazer de camurça, camisa social, um terno, um belo sapato, uma camiseta, uma pólo, enfim o que quiser. Você pode inclusive achar que numa loja destas se cobra até uma taxa para entrar, e experimentar tudo só por experimentar só é permitido para clientes e tops. Garanto que não é o caso. E nem a obrigação de comprar terás, viu? E é bom que o vendedor nem te olhe de lado e nem reclame, já que uma loja ou marca que se preze sabe que tratar bem seus clientes ou os clientes que podem um dia vir a ser seus clientes, o tal cliente em potencial, é um dever que deve ser cumprido com um sorriso no rosto e na maior boa vontade. Isso é ponto pacífico. Portanto, não se sinta acanhado e nem intimidado na sua empreitada. Nunca.

Uma vez experimentando, sinta o tecido, como cai no corpo, como o sapato pisa no chão, sinta também o forro, o alinhamento, as costuras, o acabamento das peças. E dê uma olhada principalmente no que a peça faz por você, como ela te faz sentir. E sugiro que você nem olhe o preço na etiqueta. Vai saber se você é cardíaco…

Bom, armazene a experiência na memória sensorial e vá para o lado oposto para uma loja dessas bem baratinhas que vende 3 peças pelo preço de uma ou algo que equivalha. Dê uma revisada geral na peça, sinta como ela cai no corpo, como você anda com ela… Enfim, se sinta nela. E pra isso não precisa de nenhum conhecimento técnico nem nada. Muitas vezes, o resultado no espelho pode até não diferir enormemente (diferença sempre faz, viu?) do tipo água pro vinho, mas dá muito bem para “sentir” o que é bom e o que não é na pele. E aí vai começar a ficar fácil saber o que qualidade significa.

Só a partir de uma experiência como esta é que dá para ter o feeling da coisa. Numa outra ocasião, darei uma repassada em como se olhar melhor as peças para saber se valem o quanto cobram. Mas por hora, vão criando esse sexto sentido para as roupas e acessórios que logo, logo toda a teoria virá por si só. Garanto!




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