Como Usar e Onde Encontrar Pulseiras Masculinas!


13/08/16
Na(s) categoria(s): Comidinhas | Postado por Diandra Fernandes às 9:42

Diferentemente do Jamie Oliver eu a-do-ro brigadeiro. Acho que o meu favorito é o casadinho. Enfim, dentre as várias variações de brigadeiro tem esta aqui de palha italiana que também é tudo de bom. Olha só:

brigadeiro palha italiana receita

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado
  • 3 colheres de sopa de chocolate em pó
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 2 colheres de sopa de leite
  • biscoito Maizena triturado
  • açúcar refinado

Preparo:

Com o fogo desligado, misturar o leite condensado, o chocolate em pó, a manteiga e o leite até ficar uniforme. Acender o fogo e mexer até o brigadeiro desgrudar da panela. Desligar o fogo e acrescentar a Maizena triturada a gosto. Mexer bem.

Colocar em um recipiente e deixar esfriar por aproximadamente 1 hora na geladeira. Enrolar e polvilhar com açúcar refinado.

Ou pode deixar na panela ou recipiente mesmo, salpicar um pouco do açúcar refinado por cima e comer de colher o quanto quiser ou der.

Se quiser ver o vídeo pra saber o ponto do brigadeiro, rodaí.




12/08/16
Na(s) categoria(s): Look du Jour | Postado por Diandra Fernandes às 13:46

Pra mim, a peça desta estação é o suéter. Que pode figurar de algumas maneiras. Inclusive com gravata. Aliás, vale super relembrar que praqueles tímidos em usar gravata, taí um jeito sensa de dar uma passeadinha com ela. Porque ela figura na base do peeping pela gola do suéter.

Na montada o suéter é cinza, a camisa é azul e a gravata parece ser vinho. Mas poderia ser roxa, marinho, cinza mais escuro, verde escuro… sendo que todas estas com a camisa azul manteria a gravata discretinha.

No mais tem o peeping da camisa pelo punho do suéter, a sanfoninha escondendo o cinto ou a falta dele e calças socias pretas (que poderiam ser marinho ou cinza escurão) com sapatos de couro de amarrar pretos. Uma bota, monkstrap ou mocassim durinho seriam opções na mesma altura.

#OutroLookQueEuRepetiPorAquiPorqueQuemDisseQueNãoPodeRepetirLook?




12/08/16
Na(s) categoria(s): Comportamento | Postado por Diandra Fernandes às 9:31

beatriz franco preconceito trabalho

Faz umas semanas que o post-textão que viralizou na internê foi o da Beatriz Franco, uma jovem jornalista de 28 anos que por não conseguir trabalhar na sua profissão acabou aceitando ser atendente numa loja de doces de uma amiga. E foi aí que ela se deu conta de um preconceito que ela tinha e que muitos (e põe muitos nisso) têm: o de achar que certos trabalhos ou trabalhos supostamente menos tarimbados pro seu currículo são passíveis de vergonha por não estarem à sua “altura”. Não são. Na verdade esta percepção de que um trabalho ou mesmo um estágio possa ser vergonhoso ou humilhante ou sei lá mais o quê tem muito a ver com a nossa cultura. E tá erradíssimo isso. Nenhum trabalho feito honestamente e bem feito é vergonhoso. Todo trabalho tem o seu valor e necessidade. Verdade que uns pagam mais do que outros, mas o valor de um trabalho nunca deveria ser medido por quanto se ganha mas quão bem ele é feito. Mesmo. Quem sabe ouvindo o que a Beatriz tem a dizer isso mude.

Enfim, ao textão ótEmo da Beatriz pra quem por algum acaso do acaso perdeu:

“Me descobri preconceituosa. Eu, que defendo tanto a igualdade de gêneros, de cor, de religião, que tenho amigos gays, nordestinos, evangélicos, jovens, velhos, com dinheiro e sem, até coxinhas e petralhas! Vários tipos de rótulos.

Explico: Nos últimos meses, minha área de trabalho – como muitas – está muito ruim. Em quatro meses não consegui quase nada. Então, depois de meses me enterrando num sofá perdendo tempo, vida e dinheiro, surgiu a oportunidade de ajudar uma amiga atendendo clientes em sua loja de doces. Quatro vezes por semana, período da tarde, remunerado.

Uma boa forma de ocupar a cabeça, sair de casa e ter algum dinheiro. Foi aí que veio o primeiro julgamento: Eu, balconista? Jornalista, três idiomas, currículo em comunicação, trabalhando de touquinha na cabeça servindo os outros? Foi difícil tomar essa decisão, mas aceitei, estou precisando.

Dias depois, a cena durante a tarde, limpando uma das mesas, ouvi dois clientes conversando: “Coloco acento em ‘tem’? Mudou com a nova ortografia?” “Não sei. Não entendo.” E eu ali me remoendo pra dizer “eu sei, eu sei!!!”. Mas, eu era só uma atendente e eles não iriam acreditar que eu sabia. Depois a barreira seguinte: conhecidos e colegas antigos entrarem na loja e me verem nessa função. “O que eles vão pensar? Eles não sabem como cheguei até aqui, que a dona é minha amiga, vão pensar que não dei certo na vida.”

Dá pra entender como isso é errado??? Era com essa inferioridade que eu via os outros atendentes, balconistas e nunca tinha percebido! Sentia vergonha por estar em um trabalho honesto, justo, que traz alegria para as pessoas, que auxilia os outros? Eu deveria é ter vergonha de mim por pensar assim, por tanta falta de humildade e empatia.

Por um preconceito idiota eu ia perder a chance de conhecer tanta gente nova como nas últimas três semanas, de ouvir tantas histórias de vida como sempre gostei de fazer, de aprender um novo trabalho, de ajudar uma amiga, de ter dinheiro pra comprar uma nova bicicleta, pra ir no casamento de uma amiga em outra cidade, de viver! Em tão pouco tempo, esse trabalho que eu achava tão inferior já me ajudou a estar mais feliz, disposta, a ter novas ideias, entender como uma pequena empresa funciona, a buscar cursos para aprender mais.

Como dizia meu avô: A vida não é como a gente quer, é como ela se apresenta! Então, estou aqui aceitando com muito amor e gratidão o que me foi apresentado. Aceitando novas formas de crescer e evoluir com, por enquanto, um preconceito a menos. Hoje, estou aqui, jornalista, tradutora, professora de idiomas, aprendiz de gestora e sim, atendente de um ateliê de doces. E o que mais precisar, a gente aprende a fazer também! E, modéstia à parte, eu tbm fico linda de touquinha!

Esse textão é pra tirar de uma vez essa vergonha de mim, para agradecer pela confiança e apoio dos queridos amigos Veronica, Bruno e Felipe, pelo empurrão dos meus pais Edna e Orlando e, talvez, se não for me achar muito, ajudar alguém a fazer a mesma reflexão e dar um passo à frente se for o momento”.

Reproduzido do G1.




11/08/16
Na(s) categoria(s): Look du Jour | Postado por Diandra Fernandes às 14:37

E como esta ONda de top traspassado está rolando, olha só como um casaco traspassado e verdão AND diferentão faz a diferença no look. E aí a calça não precisaria ser uma skinny. Uma slim fit reta, afunilada ou bootcut estaria de bom tamanho pra essa. Uma bota seria o acompanhamento perfeito. Preta ou marrom. Mas valeria um tênis, abotinado, sapato de couro ou de camurça de amarrar, um mocassim…

Voltando ao top… com ele traspassadão assim nem precisa de top por baixo.




11/08/16
Na(s) categoria(s): Celeb Spotted, Dudes Com Estilo | Postado por Diandra Fernandes às 9:44

E olha só como fica legal uma gravata (que no caso é aquela de tricô sem ponta) com jaqueta esportiva utilitária como ilustra o David Gandy. Tá, a gravata poderia e deveria ser mais comprida, batendo na altura do começo da fivela do cinto. Tá, o look não conta com cinto, mas seria aonde ela figuraria-ish. Mas mesmo assim ficou super. Aproveitando que ela, a gravata está mais curta… #sabiané? que se for subverter a regrinha que ela seja mais curta e não mais comprida. Rola melhor.

Ainda sobre a gravata e a jaqueta… taí um ótEmo duo de cores: marrom com este verde cáqui.

No mais tem este tom de branco da camisa com este off-white da calça creme que ficou bem interessante. E a calça tem a barra mais curta per se um pouquinho deixando à mostra um tantinho das meias divertidas. Que dão um quê extra à montada do Mr. Gandy.

Finalizando tem este monkstrap marrom vivo num tom próximo ao da gravata que deu uma vida extra ao look.

Hot!




10/08/16
Na(s) categoria(s): Look du Jour | Postado por Diandra Fernandes às 13:58

E o título do post é hoodie azulão porque este agasalho nesta cor vivona é que dá um tchan ao look básico. Por dentro tem polo com a gola levantada que é considerada uma heresia fashion por muitos… por mim, depende de quem use e como ela é usada. Neste esquema com algo por cima dando uma moldura pra ela até que vai de boa.

No mais tem peças em cores neutras como a polo cinza e a calça jeans. Cinto e tienis que parece de camurça terroso num mesmo tom. Vale o registro do meio pra dentro meio pra fora do cinto com a camiseta.




10/08/16
Na(s) categoria(s): Tech Stuff | Postado por Diandra Fernandes às 9:25

Então, o tal do contato herdeiro no Facebook nada mais é do que poder indicar alguém pra gerenciar limitadamente o perfil de uma pessoa quando ela morre. Por exemplo, o indicado vai poder adicionar amigos e escrever mensagens póstumas tipo uma publicação fixa no perfil, destinada a informar outros usuários sobre a morte ou fornecer informações sobre o funeral. O contato herdeiro pode ainda atualizar as imagens de perfil e capa. E só já que ele não tem acesso completo à conta. Ele não pode, por exemplo, remover ou alterar publicações como fotos e conteúdos compartilhados, ler mensagens, remover amigos ou fazer login na conta.

contato herdeiro facebook

Bom, se não pode fazer login na conta, como é que vai atualizá-la, Di? Então, quem for o herdeiro de uma conta do Facebook pode gerenciá-la a partir do seu próprio perfil. Basta clicar no menu na parte inferior da capa e, em seguida, em “Gerenciar”. E voilà.

Pra escolher o seu contato herdeiro ou legacy contact vá em configurações, configurações da conta, segurança e no contato herdeiro.

Apesar de mórbido, até é uma boa. E útil inclusive.


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