Como Usar e Onde Encontrar Pulseiras Masculinas!


28/12/16
Na(s) categoria(s): Comportamento, Saúde e Bem-Estar | Postado por Diandra Fernandes às 11:03

Geralmente bichos de estimação não curtem nadica de nada a barulheira dos fogos de artifício. Entendo perfeitamente o porquê…. E pior, ficam super assustados, estressados quando o foguetório acontece. O que não é nada bom pra eles já que podem fugir ou se machucar. A seguir tem algumas dicas pra lidar com este momento de alto estresse pro bichinho, tanto pra ir acostumando o fofucho com a barulheira e tornar a experiência mais “normal” pra ele e outras dicas pra lidar com a situação de estresse per se da melhor maneira possível. Olha só:

  1. Mostre que os barulhos não são perigosos. Associe os fogos a coisas legais: faça festa, dê petiscos, etc. Nada de ficar passando a mão na cabeça do animal ou pegá-lo no colo para acalmá-lo. Assim, ele vai mesmo entender que deve ficar assustado.
  2. Acostume o animal a barulhos semelhantes. Pode gravar um CD com tempestades ou fogos e colocar para ele ouvir todos os dias. O barulho dos fogos vira algo corriqueiro que aos poucos, ele vai deixar de dar importância.
  3. No dia a dia, quando acontece algum barulho, como o estouro de uma bomba, não agache perto do animal. Tente mostrar que é uma coisa legal.
  4. Animais que têm uma fobia muito grande podem tomar remédios ansiolíticos. Isso os ajuda a ficarem mais calmos. A medicação deve ser recomendada e acompanhada por veterinário. Experimente dar antes do dia dos fogos, pois é preciso ver o efeito que o remédio exerce no organismo. Em doses erradas, os ansiolíticos podem ter efeito contrário.
  5. Se o animal estiver meio “grogue” do remédio, é melhor prendê-lo, por que ele pode se machucar. Alguns até se jogam da janela ou varanda. E mesmo sem tomar remédio, é bom prender em algum cômodo que ele goste de ficar na hora do foguetório. Porque mesmo sem estar grogue, ele pode fugir e/ou se machucar na tentativa de.
  6. Prefira deixá-lo preso em locais que eles goste, onde ele se sinta mais seguro. Se ele entrou debaixo da cama, o ideal é prendê-lo no quarto.
  7. Não o prenda em coleiras ou correntes porque ele pode se enforcar na angústia de escapar do barulho. Mas é bom uma coleira de identificação no pescoço ou um chip caso eles fujam anyways.
  8. Feche o máximo de portas e janelas para abafar o som. Acostume-o ao som ambiente relativamente alto e brinque com ele.

Fonte: Anda.




26/12/16
Na(s) categoria(s): Saúde e Bem-Estar | Postado por Diandra Fernandes às 11:13

Não sei se você já ouviu ou leu essa mas estes dias me deparei com este método de detox do corpo sem envolver comer ou beber alguma gororoba destas, olha só: antes de ir dormir, pegue uma cebola branca ou roxa orgânica. Corte duas rodelas não muito grandes e coloque cada uma das rodelas em cada um dos seus pés, na sola, tipo no meio dos pés. Use uma meia pra mantê-las no lugar.

 

Fazendo isso acredita-se que os benefícios são os seguintes:

  1. Purifica o sangue. Como a cebola tem ácido fosfórico, o sangue de todo o corpo vai sendo purificado conforme passa pelo pé.
  2. Mata germes e bactérias que estão no sangue (que passa pelos pés).
  3. Apesar de ser difícil de acreditar, como a cebola crua tem um cheiro bem forte e, para muitos desagradável, seus pés ficarão com um odor melhor. Todas as substâncias ruins – e que provocam o chulé – são puxadas do pé pela cebola.
  4. Em casos de doença é um ótimo e descomplicado aliado que ajuda o sistema imunológico a se fortalecer.

Confesso: não sei se acredito muito nessa, mas… não custa nada experimentar, né não? Vai que…

De qualquer forma taí uma maneira de se valer de um detox alternativo.

Fonte: MundoConectado.




29/08/16
Na(s) categoria(s): Saúde e Bem-Estar | Postado por Diandra Fernandes às 9:38

Um exame de sangue baratinho poderá identificar se uma infecção é causada por um vírus ou por uma bactéria, ajudando a prevenir a prescrição indevida de antibióticos. O teste de diagnóstico, descrito na revista científica americana Science Translational Medicine, está sendo desenvolvido pela Escola de Medicina da Universidade de Stanford, na Califórnia. E isso será uma boa porque hoje em dia é difícil definir se uma infecção é viral ou bacteriana já que elas são muito parecidas.

 

O novo teste, que ainda não está no mercado, funciona através da identificação de sete genes humanos cuja atividade muda durante uma infecção, e cujo padrão de atividade pode revelar se uma infecção é bacteriana ou viral. Até agora, exames desse tipo analisavam alterações em centenas de genes, o que os torna mais custosos, de acordo com os pesquisadores.

Uepa, que boa notícia. Quer dizer, acho até que poderia ser mais boa notícia ainda porque essa de usar antibiótico como elemento preventivo é das piores coisas que existem em grande parte dos casos. Porque antibiótico mata não só as bactérias ruins como as boas. E nessa arrasam com a nossa flora intestinal. E taí (pra muitos, inclusive pra mim) a base da nossa saúde, da nossa imunidade. E com ela abalada, a coisa desanda. E não, não é das coisas mais simples restabelecer o bom funcionamento dela não. Dá um trabalhão. E custa caro pra nossa saúde. Ô!

E ainda tem uma outra coisinha bem importante: quanto mais se usa antibióticos, mais resistentes a eles as bactérias ficam. Ainda mais quando usado sem infecção alguma. Por isso as superbactérias andam assombrando lately. Antibiótico pode ser sensa pra combater infecções, mas mesmo pra isso ele traz consequências. E sérias. Antibiótico não é balinha e não deveria ser prescrito e nem tomado as such. Mas pelo que eu vejo, parece bem isso. Tá errado, queridos doutores. Muito errado.




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