Como Usar e Onde Encontrar Pulseiras Masculinas!


22/02/15
Na(s) categoria(s): News | Postado por Diandra Fernandes às 9:31

Não vou fazer aqui uma listinha com as minhas previsões dos posseiveis ganhadores do Oscar 2015 não, se bem que acho que os favoritos a levar, levarão. Eu vou, instead, listar os meus favoritos do ano em algumas categorias. Verdade que eu não vi to-dos os indicados (ainda), mas uns 90% eu vi sim e deles eis a minha seleção:

  • Top filme: Whiplash – nossa! Apenas.
  • Top ator: Eddie RedMayne – impossível não amar a performance dele como Stephen Hawking. Im-pos-sí-vel.
  • Top atriz: das indicadas nenhuma me ganhou. Nem a da Jullianne Moore, que eu adoro. Não vi o filme da Marion Coitlard, though. Na verdade a performance feminina que mais me disse algo foi da Jennifer Aniston em Cake. Serião.
  • Top ator coadjuvante: JK Simmons – sem mais.
  • Top atriz coadjuvante: Fica com a Allison Dubois, quer dizer, Patricia Arquette.
  • Top documentário: Virunga – então, desta categoria foi o único que eu vi (está disponível na Netflix, roda lá), mas desde que eu li e assisti Na Montanha dos Gorilas (que também tem no/na Netflix) eu quis ser Diane Fossey. Daí não tem como este documentário não ser o meu favorito. E não, o documentário não é sobre a Diane Fossey e sim do que é a realidade do Parque Nacional Virunga hoje em dia (descobriram que nele tem petróleo, imagina o resto) que é onde ficam os últimos gorilas das montanhas (espécie em perigo de extinção) e a real do Congo, país do parque. E amigo, é muito triste.

virunga

“You must justify why you are on this earth – gorillas justify why I am here, they are my life.”

Agora, vem cá: terem colocado aquela musiquinha Everything is Awesome como candidata ao Oscar foi trollagem da Academia, não foi?

No mais, amanhã posto os looks dos dudes e a gente conversa a respeito.




24/12/14
Na(s) categoria(s): Comportamento | Postado por Diandra Fernandes às 9:22

malala stweart

E foi essa declaração que a Malala deu pro Jon Stweart quando ele perguntou a ela o que passou pela sua cabeça quando ela ficou ciente de que os Talibãs estavam de olho nela como target. Malala que pra quem não sabe é uma paquistanesa duca ganhadora do prêmio Nobel da Paz deste ano (junto com o indiano Kailash Satyarthi) que foi baleada na cabeça aos 15 anos ao sair da escola onde estudava pelos Talibãs por defender abertamente o direito à educação de meninas no seu país. Aqui tem um pouco da história dela ó.

Traduzindo livremente a lição mega que ela deu no programa do Jon Stweart sobre como endereçaria um ataque violento dos Talibãs:

“Mas mais tarde eu comecei a pensar e achava que algum Talibã viria e iria me matar. E aí pensei: “e se ele vier, o que eu faria?” Pegaria um dos meus sapatos e atiraria nele. Mas aí repensei e disse pra mim: “Malala, se você atirar um sapato nele, aí não teria diferença alguma entre você e o Talibã. Você não deve tratar os outros com crueldade e nem duramente. Você deve combater pensamentos e pessoas com paz, diálogo e educação.” E aí eu diria para o Talibã o quão importante é a educação e que eu desejo que as crianças dele tenham acesso à educação as well. E aí eu diria pra ele at last:” isso é o que eu tenho pra te dizer, agora, faça o que bem quiser.” 

Em tempos de redes sociais onde o que mais a gente vê é gente achando que o jeito de combater o preconceito é com mais doses de preconceitos, lidando com a violência verbal ou dos atos dos quais discordam com mais violência, coisas que acontecem no mundo real em cada esquina as well, ficaí a lição da Malala. Lição que super concordo já que acho que é este o caminho pra combater a violência, o preconceito, a ignorância e tudo o mais que tem de errado por aí. Porque não é pagando na mesma moeda ou numa muito pior que se tem a chance de reverter este jogo, é mostrando o outro lado dela que aí sim, esta batalha pode ser ganha. E pra isso dá-lhe tolerância inclusive ao intolerável, dá-lhe bons argumentos e educação, dá-lhe serenidade. E tentar calibrar a vibe pra tal da compaixão pra ajudar nessa que é uma das coisas mais difíceis de fazer. Porque mesmo tendo a convicção de que é este o caminho, sei bem que na prática é muito difícil aplicar sempre isso aí, ainda mais pra quem sofre na pele a violência, o preconceito, o descaso ou whatever. Aplico isso pra muitas coisas, mas vira e mexe falho em outras. Mas um dia acerto o passo. E pra ajudar nessa vale considerar que pra de fato reverter este jogo, se é realmente o que a gente quer, não vai adiantar nada combater ou pagar com o que tanto se repudia, ou pior, não se dar conta de que está fazendo exatamente o mesmo que tanto se repudia, o que tanto quer combater.

O vídeo com a entrevista pro Jon Stweart é este aí ó. Roda.

Peace!




12/09/14
Na(s) categoria(s): Comportamento | Postado por Diandra Fernandes às 9:30

Não? Então antes de achar que sabe que fulaninho ou sicraninha é a solução, dá uma olhada nas pretensões dele ou dela pra governar o Brasililil. Bom, e como colher de pau, abaixo eu coloquei os links com os planos de governo dos principais presidenciáveis:

planos governo presidenciáveis 2014

E tem que dar uma boa olhada porque na minha opinião, não dá pra escolher candidato pelo debate na TV e muito menos pelos programas eleitorais gratuitos. Se bem que quando o assunto é política, parece que boa parte vota porque a sua praia está localizada à direita ou à esquerda anyways




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