Consultora de Imagem. Carioca. Coffeeholic. Odeia domingos e não acha segundas-feiras that bad... go figure.
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E algumas delas que o psicoterapeuta Flip Flippen identificou e escreveu a respeito no seu livro “Pare de se sabotar e dê a volta por cima” são as seguintes:

Depois de identificar estes sabotadores faça um plano de ação e assuma um compromisso de ficar atento a elas e ir se consertando tanto na vida profissional quanto na pessoal.
Não é uma coisa que vai acontecer por mágica, exige hard work, mas né, poucas coisas na vida são fáceis e acho que estamos aqui pra ir pra frente, crescer, melhorar… e é justamente isso que faz da vida algo que valha a pena viver. Ou não é?
Fonte: Folha.
E este tiquinho da rotina e da visão do mais badalado blogueiro e fotógrafo de Street Style dos últimos tempos tem neste videozinho acima. Roda.
The Sartorialist que esses dias (mais precisamente semana passada) esteve por aqui no Rio de Janeiro City fazendo a campanha do Shopping Fashion Mall e autografando o seu novo livro Closer (no mesmo shopping), livro de fotografias de, claro, Fashion Street Style e um ou outro papinho que vale a lidinha.
E a pessoa aqui é tão ~animada~ pra essas coisas que mesmo morando na base de um pulo até lá, nem foi. Sou o fiasco social, I know.
Agora o que eu achei engraçado foi ele dizer numa das suas postagens do Rio lá no The Sartorialist que achou que as cariocas se montam demais… ou melhor, não prezam pela simplicidade no vestir. hahaha. Essa visão não chega nem perto da realidade carioca que eu por exemplo vejo nas ruas o tempo todo. O problema é que ele vem pro Rio e se restringe a um insignificante pedaço da cidade e só fica cercado pela fashion people ou fashion people wannabes onde a maioria se monta, no caso, buscando um clique dele… aí dude, é só isso mesmo que ele vai ver… quer dizer…
Dica do Leitor Mateus Navarro Perucchi.

Pelo menos é o que este artigo do M de Mulher sugere.
E sobre o artigo… ele fala do conteúdo dos livros do terapeuta holandês Imre Somogyi ” A linguagem dos pés” e do reflexoterapeuta Osni Tadeu Lourenço “Estudo dos Pés”, pés que pra eles revelam traços da personalidade das pessoas e não mentem jamais. Uma das leituras que se pode fazer é: quanto mais belo um pé é, mais equilibrado é o seu dono. Calos por exemplo indicam mágoas acumuladas na vida, cada dedo representa um traço da personalidade ou um sentimento, se o dedão for curto a pessoa tem dificuldade de expressar seu sentimentos e por aí se vai.
Olha, até que o meu bateu, viu. E o seu, confere?
Continuando com as sugestões de presentes para o fim de ano (aqui tem a parte 1 e aqui a 2)…
Se tem um item que pode ser uma opção de presente pra todos (que curtem ler, é claro) é um livro. E taí um item dos mais democráticos na questão de preço já que tanto pode ser uma opção bem em conta como pode ser aquele presente carésimo… Ou seja, tem pra todos os bolsos. Além do que, fim de ano livraria vira o maior parque de diversões pra quem curte um livro, né não? Tem edições especiais, compilações, lançamentos, livros difíceis de achar por aqui…

E como o blog trata bem sobre moda… Tem uns livros de moda que dariam um bom presente pra quem curte o assunto como é o caso do Savage Beauty do Andrew Bolton - livro sobre the late designer extraordinaire Alexander McQueen que remete à exibição que teve recentemente no Metropolitan com o mesmo nome. De street style tem dois: o Closer - livro mais recente do The Sartorialist com cliques da fashion street around the globe bem no estilo do próprio e o Advanced Style - livro do blog com o mesmo nome que retrata o estilo de gente da melhor idade que curte bem essa de se vestir. Tem ainda o livro do Tom Ford - aka o livro que eu quero de presente porque registra em fotos a época do Mr Ford como designer da Gucci e da YSL entre 1994 a 2004. Acho que de todas as épocas que presenciei na moda, esta dos anos 90, em especial do Mr. Ford foi a minha favorita. Hands down. Quer dizer, hands ON.
E na área de menswear tem o F*ck Yeah Menswear - versão impressa do blog/tumblr homônimo e o Manual de Estilo da Esquire - que é o manual da revista Esquire que tem um pouco de tudo sobre essa coisa de menswear e tem versão em português.
Ao invés de aplicar a lei da reciprocidade e retribuir a grosseria com mais grosseria, lembra daquela máxima que a gente não deve agir com raiva. Dá uma respirada e se pergunte: “quero mesmo agir assim?”; “vou ferir ou magoar esta pessoa com a minha atitude?”: “vou gostar de agir desta maneira?”.
Se certifique de que a sua reação irá te satisfazer não só naquele momento de ódio mas daqui a duas horas, amanhã ou daqui a um mês.
E não pagar na mesma moeda não quer dizer que você deve fazer papel de bobo, capacho ou coisa que o valha. Sempre há a possibilidade de se impôr, ser respeitado, dizer o que pensa e sente sobre whatever sem ser grosseiro. Porque há maneiras e maneiras de lidar com a situação.
Claro que às vezes vão te taxar de grosseiro anyways só porque você retrucou na boa, contestou algo ou não agradeceu com um sorriso um insulto, digamos assim, mas enfim… faz parte.
Retirei do livro a “Arte de ser Leve.”
Porque já que vai disponibilizar o seu ap, não custa nada ser um bom anfitrião também.
E pra isso eu tenho umas diquinhas pra você:

Então, você pretende convidar alguém pra passar um tempo na sua casa. Great. Mas deixe claro qual é o esquema do convite. Por exemplo, se terá e qual será a divisão de despesas, a acomodação disponibilizada (quarto próprio ou o sofá da sala?), como a rotina da casa funciona, horários, dia da chegada e da partida. Tudo isso deve ser definido no ato do convite. Facilita pra todos.
Se tiver algum ou alguns detalhes que mereçam ser mencionados pra não surpreender desagradavelmente o seu hóspede é bom informá-lo de antemão. Tipo o quê, Di? Se tiver animais de estimação em casa, mesmo que sejam dóceis, é bom informar, porque tem gente que tem medo até de poodle que nem late e gente que tem alergia ferrenha a pelo de gato. Se a voltagem do lugar não for a padrão, é bom avisar… enfim, coisas assim.
Quando o seu hóspede chegar o deixe à vontade pra se familiarizar com o ambiente e ofereça café, suco, uns biscoitinhos…
Deixe o cantinho do hóspede já arrumado antes da chegada dele. E a casa idem. Armário ou um espaço num armário pras coisas dele, mais cabides, toalhas de rosto e corpo já separadas…

Eu gosto da ideia de deixar uma cestinha (ou uma ecobag) de boas-vindas no cantinho do hóspede com uma ou duas revistas do momento, jornal do dia, um caderno de notas com caneta, uma garrafa de água potável, pode colocar uns chocolatinhos e outros mimos pra bem receber o hóspede… Mas isso é up to you.
Se ainda não informou ao hóspede a rotina da casa, é bom que o faça principalmente se você tiver uma hora estabelecida já pra refeições e/ou for você o encarregado de pilotar a cozinha.
Aliás, sobre pilotar a cozinha, se cada um ficar responsável por si lá nas primeiras combinações, não precisa se preocupar, mas se for você o encarregado de abastecer a geladeira e cozinhar, é bom se informar sobre as preferêcias do seu hóspede. Se ele não pode comer ou não come algo por escolha, principalmente. E abasteça a cozinha e elabore um menu pra refeições pensando no que a pessoa come e gosta. Pelo menos incorpore algumas destas coisas. Taí uma delicadeza que vale a pena considerar.
O horário do café da manhã é o único que não precisa ser estabelecido, especialmente se o hóspede estiver de férias.
Faça uma cópia da chave de casa pra ele. Se não fosse uma pessoa de confiança acredito que você não a deixaria se hospedar na sua casa. Então… depois você fica com uma extra pra você e numa próxima rodada de anfitrião já tem uma à mão.
Pense em ter algumas diversões em casa pra entreter o hóspede como joguinhos, CDs, DVDs, carteados enfim… algo que divirta, just in case.
E não, o fato de ter alguém em casa não te faz babá e nem mordomo de ninguém. Relaxa e aproveita a companhia deles, tipo curta a temporada que a pessoa vai passar na sua casa. Com ela. Porque taí a melhor maneira de fazer o seu hóspede se sentir bem-vindo.
Ah, e se você tem o hábito, sei lá de andar peladão pela casa porque né mora sozinho e está calor… enquanto tiver hóspedes, é bom considerar deixar este hábito de lado… deal?
Tirei algumas destas dicas do livro Etiqueta Sem Frescura da Claudia Matarazzo. E os livros dela sobre etiqueta são leves, compactos, direto ao ponto e ótimos.
Chamado Closer, com fotos de street style, tiradas nas fashion streets around the globe. E que vem com duas capas: uma masculina e a outra feminina, mas com o mesmo conteúdo em ambos. Pra quem gosta das fotos do cara, recomendado está. O livro já está sendo vendido aqui no Brasil se alguém estiver interessado.

E além das fotos no livro tem um ou outro papo do fotógrafo de street style mais hipado ever sobre algumas coisinhas. Gostei bastante de dois toques dele nessa: o primeiro foi no “Wear the clothes you have” onde ele cita algo que a namorada, Garance Doré falou: “Se você quiser que as suas roupas envelheçam graciosamente então use as roupas que tem e pare de comprar roupas novas.” Mas não é? Melhor que elas envelheçam na sua companhia do que deixando-as no armário na cia do esquecimento, mofos e traças ou na tentativa de preservá-las por mais tempo… porque se comprou, dude, é pra usar.
E para reforçar esta linha de pensamento tem um outro papo num outro momento que corrobora bem com isso, que é um sobre a Rei Shito onde eu traduzi o que ele disse mais ou menos assim: “se uma pessoa só comprar os itens que ela amar de amor e paixão e nada abaixo disso, mesmo que ela se vista no breu total, ela vai acabar se vestindo de uma maneira que sempre vai deixá-la feliz.”
Acho que isso vem bem de encontro com a minha filosofia de compras já que faz um bom tempo que eu me comprometi a só comprar roupas e acessórios que eu amo de paixão quando experimento. Faço e sugiro isso na consultoria. Se eu só gostar, desconsidero. Por isso que ando às turras com esta coisa de shopear lately. Tá difícil achar algo que eu de fato ame de paixão… Se bem que vendo as coleções pra Spring 2013, sinto que isso vai mudar… slightly. Vamos acompanhar. Tá, vez ou outra confesso que a minha compulsão me dá uma rasteira… mas via de regra, ando na linha. Daí tenho me respaldado direto nos meus usual suspects que amo de paixão e que são bem poucos…
Agora, quer saber? Assim e só assim é que eu e você vamos conseguir manter o nosso armário bem editado e moldado pra nos deixar sempre shiny happy people com o que estamos usando. Mesmo que seja uma peça que está há um bom tempo na nossa companhia. Aliás, vocês já deram uma notada básica que o nosso armário pode estar abarrotado de roupas mas tem sempre aquelas peças que a gente usa e bem, sempre, porque elas são as nossas favoritas ou casam melhor com o nosso lifestyle? Tipo aquelas que a gente sempre está usando? Então… Mais do que nunca acho que o nosso armário só deveria ter peças deste tipo, peças que a gente ama de paixão. E nada além delas. E isso vale inclusive pra escolher aquele casacão que você só usa quando viaja. Aliás, pra peças deste tipo, esta filosofia então é mais do que perfeita.
E se você só comprar aquelas que caiu de amores verdadeiros pro que for, vai ter um armário bem por aí.