Consultora de Imagem. Carioca. Coffeeholic. Odeia domingos e não acha segundas-feiras that bad... go figure.
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Bom, eu já bati este papo por aqui, mas como faz tempo, vou rebatê-lo. Here is the deal:
Não dá pra saber quais são as melhores cores pra você pela cor do seu cabelo, dos seus olhos, cor da pele tipo sou branco, moreno, negro, mulato, oriental ou whatever... Só dá pra saber quais são as cores, ou melhor, ou melhores tons de cores pra você fazendo uma análise pessoal de cor. Ao vivo e em cores. Pra isso são usados alguns panos com tons de cores-chave pra determinar qual estação especificamente se harmonizam melhor com os tons, subtons da sua pele. Simples assim.

A única outra maneira de você saber quais são os melhores tons de cores pra você sem fazer este teste é fazendo você mesmo o teste com cada tom de cor em contato com a sua pele. E ele deve ser feito da seguinte maneira: com a luz do dia (fique perto da janela durante o dia) com um espelho na sua frente coloque uma peça no tom em questão no seu queixo e veja como o seu rosto interage em contato direto com o tom de cor da peça. Um tom de cor que lhe favoreça vai deixar a sua pele iluminada, coradinha, com rugas suavizadas, dentes mais brancos, sorriso mais bonito, olhos mais brilhantes, branco do olho mais branco, vai dar um up na sua expressão, vai dar um up geral em você. Já um tom de cor que não é muito seu amigo vai te detonar, vai deixar a sua pele amarelada, sem vida, não vai fazer nada de bom com as suas rugas, vai realçar as olheiras, derrubar o teu sorriso e o teu olhar… enfim, vai te deixar down, bem down, somehow…
E veja bem: não é porque um tom de azul não te favoreceu que você vai achar por tabela que azul não é pra você. Não. Aquele tom de azul não ficou bem pra você, mas um outro ou outros podem ser super seus amigos. Então, cuidado aí.
Ah, pra fazer este teste você não pode estar muito queimado de sol e nem estar usando base ou aqueles autobronzeadores, tá? Tem que estar com a sua pele natural ON. E é bom que o fundo seja cinza e que você use uma camiseta cinza as well. Isso é pra facilitar o teste e a visualização.
E sim, usar o tom certo de cor pra você ajuda muito no looking good factor. Ô! E sim, ele interfere mais nas suas escolhas de peças usadas próximas ao seu rosto. Portanto, é o que você usa nesta área que o tom certo pra você deve ser sempre usado. E se a peça for estampada, que a maior parte dos tons de cores envolvidos seja em tons amigos. Tipo uns 80%.
Agora, se você quiser usar o tom certo nas calças ou nos acessórios, lógico que pode e que vai contribuir ainda mais pra isso. Mas a necessidade-mor de se valer da cor certa está na região próxima ao rosto.
Eis a questão. Que só vai poder ser respondida pelo usuário, ou seja, você. Isso porque o “pode” ou “não pode” vai depender inteiramente de como é a sua silhueta (porque sim, nem tudo vai ficar legal, lindo e maravilhoso em todo mundo, simples assim), do seu gosto/estilo, das ocasiões que tem pela frente e de como você lida com certas escolhas que faz e com a reação das pessoas a elas as well. Porque assim, não adianta nada você saber que pode usar um sapato marrom escuro com terno cinza médio à noite para uma ocasião enternada que não é lá tão formal assim e que o combo é indeed um que joga no seu time e é até um que você curte pacas, se você vai se sentir desconfortável a noite toda porque as pessoas estão dando umas olhadas cruzadas com a sua escolha um tantinho de nada mais descolada.

Ou se vai usar algo que curte e lhe cai bem como um colete mas vai ficar reclamando da mente fechada dos caras da sua cidade que não entendem que usar colete é uma possibilidade 101 e não algo fashion forward ou almofadinha ou whatever. Porque o como a gente se sente com as escolhas que a gente faz é essencial pra bancar bem o que a gente está usando. E isso é sine qua non. Inclusive como fator pra fazer as pessoas que olham cruzado ou fazem piadinha reconsiderar sem você nada dizer. Deu pra entender?
E se o que os outros acham ou falam das suas escolhas te incomoda ou você reclama da mente fechada de quem faz piadinha ou whatever, então, dude, sinto lhe informar mas você não está confortável com a escolha que foi feita. E ao invés de ficar achando ou esperando que a mente das pessoas se amplie, que elas mudem, tente ver o que de fato te incomoda. E trabalhe isso. Porque é aí que está o seu poder nesta situação. Porque é essa a mudança que vai contar. Pra todos.
Às vezes numa primeira tentativa de usar algo meio que diferente você pode até se sentir deslocado, meio assim, sabe como? Mas insista e veja como lida com isso numa outra ocasião. Mas fique de olho nisso porque o como você se sente com o que usa e com os comentários e olhares around é sim um dos fatores dos mais relevantes pra esta questão do pode ou não pode, ou em outras palavras, se algo é ou não pra você.
Eu lembro bem que eu não gostava de usar calça jeans quando eu era adolescente. Mas um belo dia resolvi usar uma, mas do tipo bem detonada aka toda rasgadinha porque era a única com a qual simpatizava. Me recordo que ao andar assim pelas ruas do Rio de Janeiro sempre tinha alguém pra fazer uma piadinha do tipo “ah, tadinha, não tem dinheiro pra comprar uma calça decente ou algo do tipo.” Na primeira rodada eu meio que me senti incomodada na vibe “ah, vai catar coquinho, vai.” Mas numa segunda ou terceira ocasião eu já estava me divertindo com isso. Não desisti de usar a única calça jeans que gostava naquela época (eu nunca fui e continuo não sendo a jeans person) e nem perdia um pensamento sequer achando que aquelas pessoas que faziam gracinha (e nessa entrou até os meus amigos mais chegados) eram mentes fechadas ou o que quer que seja. E logo depois, não sei se as piadinhas pararam ou eu que nem registrava mais, mas foi isso. E foi aí que eu comecei a sacar que isso era um bom parâmetro pra eu saber se eu podia ou não usar algo.
Enfim, taí uma boa maneira de investigar se algo pode ou não ser usado por você: checando com você mesmo como você se sente com a escolha feita e o que ela envolve. Se tiver de boa, de boa ficará regardless. E este de boa é que tem aquele poder lá em cima de mudar a situação. E sem precisar dar nem um pio.
E o papo sobre necessidade versus gosto é assim: digamos que o uniforme do seu trabalho requeira camisa polo todos os dias, mas você o.de.i.a a tal da polo. De qualquer jeito ou modelo. Bom, pro trabalho não tem como não usar só porque você não gosta já que é O uniforme da empresa e por isso você vai ter que ter algumas no seu armário. O suficiente pra usar pra trabalhar. A quantidade vai depender de você. Mas acho que no mínimo umas 5 se tem que usar todo dia é um bom número. 10 polos no máximo seria outro. Isso se elas puderem ser de cor e estampas diferentes. Se só puderem ser de uma cor, aí pode ter só umas 5 no máximo. E à medida que elas vão se desgatando ou pedindo outra você vai as substituindo accordingly. Vale pra todos os casos.

E na sua vida fora do trabalho aproveita e simplesmente não use a polo já que você não suporta uma. You don’t have to. Aí você pode substitui-la por outros tops mais de acordo com o seu gosto sem drama.
Já se você adorar uma, aí pode ter um arsenal maior delas pra atender a demanda de uso profissional e social. E você não precisa ter tais polos só pra trabalho e tais só pro social. Pode mixar. A não ser que pra trabalhar como parte do uniforme seja pedido polos somente lisas e/ou neutras. Aí você respeita essa determinação pro seu trabalho, mas lembrando que pode usar estas pro social as well. E as outras vetadas no trabalho também.
Outro exemplo seria um blazer. Você não curte um, mas vez ou outra pro seu trabalho, tipo quando precisa encontrar um cliente top acha que é uma boa usar e de vez em quando uma ocasião esporte fino up demanda o uso dele. Então, escolha um (somente um) curinga, numa cor escura (preto, marinho ou cinza), de lã fria/tropical pra poder usar quando necessário. Isso porque você não precisa ter mais de um no armário pra algo que você usa de vez em quando quase que raramente. Ainda mais numa peça tipo um blazer que fica por cima de um top. O mesmo valeria para um casaco, por exemplo. Deu pra entender a relação?
Já se usar sempre um, aí pode ter mais um ou dois, neutros ou neutro e um de cor. It is up to you. E vale o mesmo critério se adorar a peça.

Ou seja, às vezes você vai ter que ter no seu armário peças que não gosta e dependendo da sua necessidade e da quantidade de vezes que vai ter que usar e da peça em si pode ter só uma pra curingar a ocasião que eventualmente pintar ou se munir de algumas se a frequência de uso for diária ou algo do tipo.
Newsflash: não tem nada de errado com isso. Às vezes me parece que pra alguns, as ditas ON trends ou os modismos são os vilões supremos do bom gosto, estilo ou elegância de alguém. E a coisa não é bem por aí. Não é porque eu por exemplo não sou uma seguidora de tendências per se, porque não curto muito essa, que por isso acho que ninguém deva ficar de olho e seguir as ON trends, que elas são a bad, bad thing. Tanto que reporto as mesmas por aqui. E reporto porque o fato de eu não curtir pra mim não significa que o certo é não curtir at all. Ou que elas não existam. É aquela história do que funciona pra mim pode não funcionar pro outro. Ou pode, mas isso não quer dizer que o que funciona pra mim e pro outro fulano ali seja o melhor caminho pra todos. Não é.

O que você deve atentar nessa de seguir tendências é saber filtrar e absorver as que tenham a ver com você e lhe favoreçam ao invés de adotar a postura do “tá IN, tô dentro usando” just because. Isso é que não é a smart move. Mas se você curte usar o que é tendência ou já está na moda aka o que todo mundo está usando, dude, go for it. Não é isso que vai te fazer um cara mais ou menos estiloso ou descolado ou elegante. Porque o que tem este poder é o filtro que você vai usar na hora de fazer as suas escolhas dentro do que é ofertado em cada estação. E se ele estiver calibrado… vai estar ON na boa.
E isso não quer dizer que você não vá cometer alguns errinhos every now and then e ser vitimado pelos modismos (FYI: quem viveu nos anos 80 foi in a regular basis), porque né, that happens, mas com o filtro ON vai tirar daí uma boa experiência pra sacar ainda melhor o que joga ou não no seu time e vai também dar umas boas risadas com isso. Mesmo porque cometer erros não é problema, não é o que vai nos definir, o que pode nos definir é o como a gente escolhe lidar com eles. Em moda ou na vida simplesmente.
And don’t ever settle for less. E pra isso tem que ter a informação certa e ter em casa um espelho calibrado. É saber sim o que está IN mas saber melhor ainda se aquilo é IN pra você ou não.

Mantra Pra Boas Compras e Pra Vida!
E naquelas estações onde não tiver uma roupa ou um acessório que combine com você ou só tiver peças em tons de cores nada amigos ou fora do seu tamanho ou whatever, simples: não compre nada e aproveite pra economizar o seu rico dinheirinho. Deixe pra comprar na próxima estação, se claro nela tiver algo tudo a ver com você. E se quiser pode até aproveitar a economia pra começar a investir em peças (poucas por vez) de qualidade. Com esta mentalidade é que a gente escolhe melhor e vai assim montando um armário camarada e bem equipado.
O mesmo vale se na sua cidade não tiver algo in sync com você. Vai economizando e deixe pra comprar quando for viajar.
O importante é não se deixar levar pela ideia de que tem que ter algo novo sempre. Não tem. Quando a gente tem um armário bem montado e em sintonia com quem a gente é, com o nosso gosto e com peças que jogam no nosso time, o nosso leque de opções sempre estará bem fornido por lá. Ah, Di, mas preciso de umas peças pra dar uma refrescada no como vejo e uso as minhas peças amigas, como faz? Aí compre algo que pelo menos goste e não vá marcar um gol de placa contra o seu time. E né, procure algo mais em conta, porque gastar uma grana com algo mais ou menos, just because não é fazer a melhor escolha, bolso-wise.
E já que a gente está falando das melhores escolhas, anote: nem sempre o melhor é sinônimo de caro ou mais caro. Porque fazer a melhor escolha tem a ver também com ser smart enough pra não comprometer as suas finanças. Economize e compre sim o melhor, mas o melhor que o seu bolso puder bancar. Mesmo porque não é porque o jeans é premium e custou os olhos, o nariz e a boca da cara que vai automaticamente lhe cair superbem. Um bem mais em conta pode fazer em você uma mágica way better. Porque o jeans bom, a sua melhor escolha é aquele que quando você veste cai como uma luva em você, que te deixa guapo, valoriza o que você tem de melhor e dá uma suavizada no que não está assim com aquela bola toda. Mas pra saber, só indo lá e experimentando munido claro das informações-chave, infos tipo as que eu vivo blogando por aqui, porque ter as informações certas é a base pra que você faça sim as melhores escolhas pra você.
E não custa lembrar que se vestir bem tem a ver com comprar as peças certas pra você, aquelas que valorizam a sua silhueta e o seu estilo, aquelas que vão sempre jogar no seu time. Nada a ver com estar na última das modas. E nem usar o que todo mundo está usando por aí.
As outras reginhas estão aqui ó.
Muitas vezes a gente não consegue enxergar com o auxílio do espelho o que de fato fica bem na gente. Por N razões. E nem vou aqui falar sobre elas e sim sobre um jeito de notar se o que a gente está usando está jogando no nosso time: pelos elogios (sinceros) que recebemos seja na forma de palavras ou na forma daquele olhar de aprovação, sabe qual? Então…

E sim, tem que separar o joio do trigo no quesito elogios porque o que não falta é gente que se vale do elogio vazio somente pra acarinhar o ego de quem se quer something and try to get it through it. Aposto que você bem sabe do que estou falando, né? Ignore estes e foque nos verdadeiros. Sim, dá pra notar, vai. E a partir deles anote o que funciona ou não pra você.
Supervale.
Se quiser saber quais são as outras regrinhas do bem-vestir, dá uma olhada aqui, ó. Recomendo.
E do jeito mais fácil, mais natural que há: sendo você. So find out who you truly are, your essence and be true to your ownself. Otherwise, it is a totally waste. De uma matéria-prima única to work with. E é nela que vale investir, porque o retorno é garantido. Sim, este post é digamos, uma junção do ser honesto consigo mesmo, do se bancar com o evite um copy and paste.
Como já falei sobre o assunto por lá, só vou reforçar a ideia adicionando um comentário que esqueci. Acho superválido quando você é criança e adolescente até, imitar quem você admira ou be just like the others pra se enquadrar, pra fazer parte da turma. Se bem que ainda acho que é justamente nos teens years que deveríamos mais do que em qualquer outra idade nos permitir explorar quem somos, nossas potencialidades e não as de outros. Mas enfim, costuma não ser este o caso, com exceções, é claro. De qualquer maneira faz parte do se descobrir experimentar identidades digamos assim, porque é por aí também que a gente pode ir se encontrando. Mas depois de uma certa idade, se descobrir e se achar se torna essencial. Ou pelo menos ter uma boa noção de quem se é ou se tornar mais atento a isso. Lá pela idade de começar a trabalhar é um bom parâmetro pra se ter, porque a vida séria entra em cena. Aí o bug da maturidade must kick in. Sorry for that, Peter Pans…
E se quiser um incentivo pra trilhar o caminho da autenticidade aí vai: operar no modo “copy, mimic and ape”, depois de uma certa idade, let’s say, usando as suas “inspirações” na base da xerocada sem filtrar e sem considerar quem você é inside out and outside in, sem autenticá-las, e isso vale tanto pra roupas e acessórios como pra ideias, conceitos, dizeres, atitudes, argumentos, jeito de ser e de viver até, vai fazer de você um sanguessuga, do tipo que se “apropria” da boca pra fora do que melhor lhe for conveniente para por exemplo tentar conseguir o que quer, pra fazer parte de tal turma, pra parecer ao invés de ser. And dude, if that is the case, sinto lhe informar, mas qualquer elogio que receba não vai realmente pra você e sim pra quem você sampleou whatever that is. Só vai pra você se o elogio for for your skills na arte de ser um macaco de imitação, aí sim, pode computar. Porque “aquilo” não é você, não é seu, é uma outra pessoa ou de um outro alguém. A não ser, é claro que o que você busque seja o “prazer”, a “satisfação” de enganar os trouxas de plantão, aí sim, faz sentido… Isso ou ser desprovido de personalidade própria. Se não for o caso, o que eu tenho absoluta certeza que não é, acho que este não é o caminho, right? Então…
Portanto, se inspire sim por aí, mas autentique filtrando com o seu personal code, sua essência, mantendo seu DNA sempre presente, tá? Seja você ao invés de parecer whoever. Se permita ser, sentir, viver com o que vem lá de dentro e não da boca pra fora. Falte com o fingimento e seja verdadeiro consigo mesmo. That is the best way to honor that person, to honor you.
And express that you in everything you do.
Aqui tem um manifesto bem legal que supercorrobora com isso.