Como Usar e Onde Encontrar Pulseiras Masculinas!


11/09/15
Na(s) categoria(s): Comportamento | Postado por Diandra Fernandes às 9:11

E o papo é do escritor Neil Gaiman, escritor que confesso ainda não li nenhum livro. E ainda é a palavra operante, porque pretendo. Ainda mais depois deste discurso bem na real e inspirador. Discurso dado na University of the Arts em 2012. Mas que continua superatual, porque né… é Pra quem está pra começar a sua vida profissional, começando ou já começou faz tempo, mas precisa de uma boa recalibrada pra reentrar nos eixos.

Não achei um com tradução em português, então estou postando o em inglês apenas. Roda. Que vale.

AND… mantre:

Make good art. Sempre.




11/08/15
Na(s) categoria(s): Comportamento | Postado por Diandra Fernandes às 9:12

Mais produtivo, prazeroso AND criativo. E pra isso bastam 7 minutinhos assim que chegar ao trabalho pra te calibrar nesta vibe. Pelo menos é o que garante o editor do site Inc John Brandon. E são 7 minutinhos pra fazer o seguinte:

o que fazer pra ter um dia mais produtivo no trabalho

  • Minuto 1: Limpe a sua mente e se desligue de tudo ao seu redor, inclusive celular e computador.
  • Minuto 2: Respire fundo. Inspire profundamente e expire profundamente as well. Tipo, conte até 8 pra inspirar e mais 8 pra expirar. Porque né, relaxar é preciso pra se colocar na vibe certa.
  • Minuto 3 ao 6: Escreva notas e rascunhe. O quê? O que estiver passando pela sua cabeça.
  • Minuto 7: Reflita. E é sobre o que você escreveu e rascunhou. Se pergunte por quê isso estava na sua cabeça. E escolha uma delas pra resolver (se for um problema ou conflito) ou por em prática, se for o caso.

{Eu acrescentaria a este ritual mais uns dois minutinhos pra fazer uma to-do list no final deste exercício pro dia à frente. Com o tempo que pode ou pretende gastar em cada item pra você se situar e situar a sua agenda daquele dia.}

Enfim, fazendo isso todo dia, com o tempo, você vai ter mais clareza sobre as ações a tomar pra melhorar a sua vida no trabalho.

Fonte: Época Negócios.




04/08/15
Na(s) categoria(s): Comportamento | Postado por Diandra Fernandes às 9:01

Fazer um bom marketing pessoal não é das coisas mais fáceis, ainda mais quando se teme parecer vaidoso ou convencido sobretudo porque aqui no Brasil há esta tendência em ver com olhos revirados quem valoriza sua competência. Pelo menos é o que aponta o texto da Revista Exame de onde tirei esta matéria. Por isso muita gente acaba adotando a rota da humildade excessiva, como se o fato de ser bom no que faz e saber disso fosse algo proibitivo. Mas mesmo, ou sobretudo, para aqueles que pensam as such, saiba que há maneiras sim de fazer um bom marketing pessoal sem cair nessa.

pixabay 21

 

Primeiro é bom deixar claro que marketing pessoal não tem nada a ver com exibicionismo ou arrogância mesmo porque um bom marketing pessoal não é ficar se gabando pra todos o quanto você é bom no que faz e sim mostrar, ilustrar isso pra todos.

Como? Primeiro é construindo uma boa reputação profissional, equilibrada e elegante. Mas tem que levar em consideração duas coisinhas superimportantes nessa: ser autêntico e ter um bom autoconhecimento. Com eles em mente, você vai e identifica seus pontos fortes e fracos honestamente. Só depois desta autoanálise é que você vai ter como “se vender” (no melhor dos sentidos) para os outros.

Segundo passo é planejar maneiras de divulgar suas competências. E segundo o autor do livro “Career Distinction: stand out by building your brand”, William Arruda, o melhor jeito é colocar o seu talento a serviço de outras pessoas, isto é, ajudá-las a resolver problemas. (E é mesmo.) Evidencie o que você é capaz de fazer pra melhorar algo na vida das pessoas. Sacou?

Outro instrumento poderoso é a capacidade de informar, esclarecer e influenciar outros profissionais da sua rede de contatos. Pra isso você pode escrever artigos de blog, gravar vídeos ou até fazer comentários sobre notícias de forma a mostrar seu conhecimento sobre um determinado assunto.

Mas sem exagerar na dose. Ou dissimular suas habilidades. Isso não bate com a necessidade de autencidade pra fazer um bom marketing pessoal, tá?

E muita atenção na sua reputação online já que pra muitos a reputação online anda sendo mais pertinente do que a offline. O Tio Google anda introduzindo quem somos e o nosso trabalho antes mesmo de quem quer que seja ter a oportunidade de nos conhecer pessoalmente. Por isso, é preciso construir uma imagem digital que seja positiva, mas também coerente com a realidade.

E acrescento uma coisa importante a esta matéria da Exame. Sim, é bom manter uma imagem positiva e tal mas muitas eu vejo gente que só exibe este lado positivo como se não tivesse um lado negativo. Tipo, como se a vida fosse aquela maravilha sempre. Isso pra mim peca igualmente no quesito autenticidade. Porque não existe um ser ou uma vida as such. Só a Poliana, talvez… Não dá pra achar alguém que SÓ posta coisas positivas e seu lado positivista nessa tal de internê autêntico. Soa muuuuito fake. E pra quem saca isso, torna estas pessoas um ponto de interrogação gigantão. Porque tem algo ali bem escondido que você não tem nem como medir ou avaliar se bate com o seu limite de aceitável/tolerável, deu pra entender? Muito cuidado com isso também, porque eu desconfio que já já os recrutadores, inclusive, vão se tocar dessa.




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