Como Usar e Onde Encontrar Pulseiras Masculinas!


04/08/15
Na(s) categoria(s): Comportamento | Postado por Diandra Fernandes às 9:01

Fazer um bom marketing pessoal não é das coisas mais fáceis, ainda mais quando se teme parecer vaidoso ou convencido sobretudo porque aqui no Brasil há esta tendência em ver com olhos revirados quem valoriza sua competência. Pelo menos é o que aponta o texto da Revista Exame de onde tirei esta matéria. Por isso muita gente acaba adotando a rota da humildade excessiva, como se o fato de ser bom no que faz e saber disso fosse algo proibitivo. Mas mesmo, ou sobretudo, para aqueles que pensam as such, saiba que há maneiras sim de fazer um bom marketing pessoal sem cair nessa.

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Primeiro é bom deixar claro que marketing pessoal não tem nada a ver com exibicionismo ou arrogância mesmo porque um bom marketing pessoal não é ficar se gabando pra todos o quanto você é bom no que faz e sim mostrar, ilustrar isso pra todos.

Como? Primeiro é construindo uma boa reputação profissional, equilibrada e elegante. Mas tem que levar em consideração duas coisinhas superimportantes nessa: ser autêntico e ter um bom autoconhecimento. Com eles em mente, você vai e identifica seus pontos fortes e fracos honestamente. Só depois desta autoanálise é que você vai ter como “se vender” (no melhor dos sentidos) para os outros.

Segundo passo é planejar maneiras de divulgar suas competências. E segundo o autor do livro “Career Distinction: stand out by building your brand”, William Arruda, o melhor jeito é colocar o seu talento a serviço de outras pessoas, isto é, ajudá-las a resolver problemas. (E é mesmo.) Evidencie o que você é capaz de fazer pra melhorar algo na vida das pessoas. Sacou?

Outro instrumento poderoso é a capacidade de informar, esclarecer e influenciar outros profissionais da sua rede de contatos. Pra isso você pode escrever artigos de blog, gravar vídeos ou até fazer comentários sobre notícias de forma a mostrar seu conhecimento sobre um determinado assunto.

Mas sem exagerar na dose. Ou dissimular suas habilidades. Isso não bate com a necessidade de autencidade pra fazer um bom marketing pessoal, tá?

E muita atenção na sua reputação online já que pra muitos a reputação online anda sendo mais pertinente do que a offline. O Tio Google anda introduzindo quem somos e o nosso trabalho antes mesmo de quem quer que seja ter a oportunidade de nos conhecer pessoalmente. Por isso, é preciso construir uma imagem digital que seja positiva, mas também coerente com a realidade.

E acrescento uma coisa importante a esta matéria da Exame. Sim, é bom manter uma imagem positiva e tal mas muitas eu vejo gente que só exibe este lado positivo como se não tivesse um lado negativo. Tipo, como se a vida fosse aquela maravilha sempre. Isso pra mim peca igualmente no quesito autenticidade. Porque não existe um ser ou uma vida as such. Só a Poliana, talvez… Não dá pra achar alguém que SÓ posta coisas positivas e seu lado positivista nessa tal de internê autêntico. Soa muuuuito fake. E pra quem saca isso, torna estas pessoas um ponto de interrogação gigantão. Porque tem algo ali bem escondido que você não tem nem como medir ou avaliar se bate com o seu limite de aceitável/tolerável, deu pra entender? Muito cuidado com isso também, porque eu desconfio que já já os recrutadores, inclusive, vão se tocar dessa.




02/06/15
Na(s) categoria(s): Comportamento | Postado por Diandra Fernandes às 9:48

E elas são do Dale Carnegie, autor de um livro que fala bem a respeito dessa: “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas” (que pode ser comprado na livraria mais próxima, #linkafiliado aqui ó. Tem opção da versão digital por lá).

Pois então, as 3 atitudes que quem tem a manha de influenciar os outros domina são as seguintes:

3 atitudes pra influenciar pessoas

“Influência é a habilidade de conectar, engajar e fazer indivíduos agirem em cima do que você tem a dizer ou disse. Influência é aumentar a confiança dos seus ouvintes em você e a sua credibilidade para com eles.”

  • Não condenar, criticar ou reclamar. – Segundo Dale, ao lidar com pessoas é bom lembrar que elas não são criaturas fundadas na lógica e sim nas emoções, eriçados nos seus preconceitos e motivados por vaidade e orgulho. Tente ser mais compreensivo e propenso a perdoar as pisadas na bola delas. Ao invés de criticar, condenar ou reclamar de amigos, colegas e familiares tente entendê-los. Tente sacar o porquê eles fazem o que fazem. Isso traz pro jogo mais simpatia, tolerância e gentileza/bondade, qualidades que fluem melhor com essa de influenciar.
  • Ser honesto e sinceraço nos elogios e sempre que procederem, usados. – O segredo de lidar (e bem) com pessoas é reconhecer que elas são guiadas pelo desejo de serem importantes, apreciadas e super no que fazem. Portanto, exercite essa. Mas tem que ser elogios honestos e sinceros. Da boca pra fora não vale.
  • Capacidade de inspirar no outro aquela gana de querer. – Por exemplo, se você não quer que seu filho fume, ao invés de dar aquele sermão básico e lhe dizer o que você quer que ele faça (no caso, parar de fumar asap), pegue uma meta dele (seu filho) e ilustre como fumar pode não ser uma boa pra conseguir essa. Porque a única maneira de influenciar pessoas é falar sobre o que elas querem e mostrá-las o como conseguir isso. As pessoas mais influentes são justamente aquelas que encontram um jeito de relacionar suas metas próprias à perspectiva e metas pessoais do outro, inspirando o outro a agir em prol dos seus próprios interesses que vão de encontro com o que, no final das contas, você quer as wellE taí O segredo dessa, IMO.

Deu pra entender? Então, pratique se quiser ser mais influente around. E veja no que dá.




12/05/15
Na(s) categoria(s): Anote Essa! | Postado por Diandra Fernandes às 9:03

E a listinha com os 7 itens que podem pegar mal ou pesar contra você nas postagens de redes sociais no quesito profissional que é da Harper’s Bazaar é a seguinte:

7 coisas pra não fazer nas redes sociais profissional

  1. Falar mal, reclamar do seu emprego, chefe e dos coworkers. E aí um inocente “ai, que saco, hoje é dia de trabalho” pode não pegar bem e não só no seu atual trabalho como nos futuros.
  2. Compartilhar o fatal TMI (too much information), tipo mimimis ou particularidades de relacionamentos, assuntos pessoais demais.
  3. Postar fotos na vibe The Hangover (sabe qual?) das festinhas ou das muitas happy hours que costuma ir.
  4. Adentrar em discussões controversas. Ou emitir comentários ofensivos ou preconceituosos. Duh!
  5. Ser o reclamão, ou seja, aquele que reclama sempre e de tudo…
  6. Fazer aquele networking agressivo demais para conseguir uma entrevista de emprego ou emprego. Use as redes sociais para conversar ou buscar conselhos, pra se relacionar e não pra se oferecer para um trabalho e tal.
  7. Last but not least: não faça ou poste nada nas redes sociais que não faria em frente da polícia. Tipo postar selfie no volante, dirigindo, por exemplo.

Lógico que a sua rede social é sua e você posta nela o que bem quiser, mas saiba que os itens acima podem sim pesar contra você na hora da contratação ou mesmo quando você já estiver empregado. Porque hoje em dia, dar aquela olhadinha básica na rede social dos candidatos e mesmos empregados virou parte do processo. Porque queira você ou não, a sua imagem, mesmo aquela da sua vida social, fora do trabalho, quando explícita as such, pode pesar contra a imagem da empresa. Exemplos é o que não faltam por aí.




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