Como Usar e Onde Encontrar Pulseiras Masculinas!


23/04/15
Na(s) categoria(s): Comportamento | Postado por Diandra Fernandes às 9:36

E não sou eu quem vai bater este papo e sim o Flavio Gikovate neste vídeo acima. Roda pra ver o que ele tem a dizer a respeito. Mas já entrego que ele define intolerância como aquela irritação ao que é diferente seja um modo de ser, de viver ou “simplesmente” uma opinião divergente.

Um antídoto pra ela? Entender primeiramente que o outro tem todo o direito de pensar, ser e viver diferente de você e segundamente, respeitar, mesmo que discorde ou ache sei lá o quê a respeito. Duas coisinhas que nem seriam assim tããão complicadas se as pessoas não precisassem taaaanto dos espelhos around pra validarem seus pensamentos, modos de ser e de viver, acrescento eu, a este papo.

E neste post aqui tem como exercitar a tolerância nossa de cada dia.




26/02/15
Na(s) categoria(s): Comportamento, Por Aí | Postado por Diandra Fernandes às 9:16

E quem vai bater o papo é o Psicanalista Flavio Gikovate. No papo ele entrega que pra conhecer, saber quem as pessoas realmente são tem que prestar atenção nelas e se ater aos fatos (atitudes, comportamentos, ações) e não a ideias (o que a gente idealiza ou o que a pessoa pensa ou prega) dentre outras coisas. Roda lá pra entender a equação.




05/02/15
Na(s) categoria(s): Comportamento | Postado por Diandra Fernandes às 9:06

E quem vai bater este papo sobre se valer da culpa que faz o outro sentir pra conseguir algo (definição da chantagem sentimental/emocional) é o psicanalista Flavio Gikovate no vídeo acima. E ele dá o caminha das pedras dando a real sobre quem de fato é quem faz este tipo de chantagem.

E da próxima vez que alguém fizer alguma chantagem emocional com você, dá uma lembrada nas palavras dele, uma boa respirada e fuja dessa. Porque né, nem vale.




29/04/14
Na(s) categoria(s): Etiqueta e Boas Maneiras | Postado por Diandra Fernandes às 9:03

salada-antes-depois

Aí vai depender de onde você estiver. No Brasil e EUA a salada costuma ser servida antes do prato principal. Já na Europa, sobretudo na França, ela costuma figurar depois do prato principal. Mesmo em casa, informalmente, as pessoas deixam pra comer a salada depois do prato dito quente. Ou seja, tudo vai ficar a critério do host e da sua preferência.

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Diferença do garfo de salada pro garfo normal. Isso, o tamanho.

E um indício de quando a salada vai ser servida é onde o garfo está colocado à mesa. Se for o mais distante será servida antes, se estiver mais perto do prato, será servida por último. Porque você começa a usar os talheres de fora pra dentro, na ordem.

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E sim, num jantar à mesa é sempre bom servir a salada antes ou depois num prato próprio e ter os talheres de salada (garfo e faca, se precisar) na montagem da mesa.

E já que estamos falando sobre salada… aqui tem um videozinho de como comer uma salada, educadamente. hehehe Mas é sério.




25/02/14
Na(s) categoria(s): Etiqueta e Boas Maneiras | Postado por Diandra Fernandes às 9:29

E elas são as seguintes:

etiqueta -mesa

  • Quando o prato chegar coma no mesmo ritmo que os outros. Porque é chato pacas ficar esperando por alguém que ainda não terminou especialmente porque ficou de papo.
  • Só comece a comer quando o anfitrião começar ou dizer pra que todos comam.
  • Não fique fuçando a travessa em busca do melhor pedaço.
  • Não deixe comida no prato.
  • Não beba (e nem fale, né?) com a boca cheia de comida.



20/02/14
Na(s) categoria(s): Anote Essa! | Postado por Diandra Fernandes às 8:37

essa tal de felicidade

Parece que recentemente a ciência resolveu dar uma olhada mais criteriosa nessa tal de felicidade e notou que existe sim uma fórmula pra ela que é a seguinte: genes + eventos x valores = felicidade. Quer dizer, os sinais da tal fórmula fui que eu que atribui, mas os elementos são os próprios: genes, eventos e valores. Isso porque algo em torno de 48% desta tal da felicidade vem da nossa genética, sem nenhuma interferência externa, ou seja, nada que possamos fazer a respeito, tipo a pessoa já vem de fábrica predisposta a ela, sabe como? Já 40% vem de algo que aconteça que nos deixa superfelizes num momento ou ocasião como arranjar o emprego dos sonhos ou realizar algo que sempre quis fazer. Só que este tipo de felicidade não tende a durar ou perdurar por muito tempo. E sobra os 12% que ficam por conta dos valores que a gente tem. E entenda valores como os seus próprios valores e de como vive de acordo com eles e ainda algo que englobe a fé (e desconfio que nem precisa ser algo ligado a uma religião somente), família, comunidade/amizades (porque os relacionamentos que a gente tem e qualidade deles são a base fundamental para amparar e vivenciar a própria) e trabalho (trabalhar com algo que ame e que seja recompensador pra você onde você seja bem sucedido financeiramente ou no sentido que aprendi recentemente: o quanto consegue inspirar os outros).

E seriam estes últimos os tais elementos que poderiam assegurar a tal da dona felicidade por mais tempo e que independeria dos genes e tal. Ou seja, o ambiente que você tem ou dispõe à sua volta, os seus relacionamentos e como se relaciona com tudo isso é o caminho.

Eu acho que faz um certo sentido porque eu por exemplo acho que a felicidade não é um destino a se chegar e sim um jeito de viajar e tem muito mais a ver como se encara a vida do que qualquer outra coisa.

E você, pensa o quê?

Via NYTimes.




18/02/14
Na(s) categoria(s): Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras | Postado por Diandra Fernandes às 9:15

Sim, falo daquele vizinho barulhento e/ou baladeiro que adora ouvir música tão alta que marcianos são capazes de detectar. Ou então aquele que vive fazendo festinhas no prédio e mesmo que o som não fique alto causa altos inconvenientes com o tráfego de gente indo e vindo do seu ap e tal ou da OD de carros na calçada e do barulho que causam ao se dirigirem aos seus respectivos veículos na saída. Tenho todos estes tipos na minha vizinhança e sendo eu totalmente avessa a estas socializações desconfio que habito o lugar errado.

como -lidar-vizinho-barulhento

Bom, mas voltando ao assunto… a melhor maneira de endereçar esta questão é primeiro conhecer o vizinho e comunicar o quão incomodado você fica com o barulho ou o entra e sai de gente nas noites de festa e tal. Deixando claro que se não for resolvido pretende denunciar. Ou levar a questão ao síndico do prédio ou do condomínio, se tiver, e ele que resolva a questão, porque sim, isso é da alçada dele.

Se não resolver pode recorrer a Dona Polícia porque ela serve pra isso também. E em alguns casos é a única coisa que vai resolver porque muitos vizinhos deste tipo são totalmente sem noção by default. E sim, vale chamar a polícia inclusive por barulho alto fora dos horários das 22h às 7h. Porque até em outros horários tem limites e está dentro dos seus direitos.

E acho bom também registrar o seguinte: aqui falo do vizinho que frequentemente traz este tipo de transtornos pra sua vizinhança e não daquele que dá uma festinha chatinha vez ou outra muito raramente, tá? Aí vale dar um crédito e relevar.

E se quisesr saber sobre como lidar com outros tipos de vizinho dá uma olhadinha aqui que tem.




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