Como Usar e Onde Encontrar Pulseiras Masculinas!


05/02/15
Na(s) categoria(s): Comportamento | Postado por Diandra Fernandes às 9:06

E quem vai bater este papo sobre se valer da culpa que faz o outro sentir pra conseguir algo (definição da chantagem sentimental/emocional) é o psicanalista Flavio Gikovate no vídeo acima. E ele dá o caminha das pedras dando a real sobre quem de fato é quem faz este tipo de chantagem.

E da próxima vez que alguém fizer alguma chantagem emocional com você, dá uma lembrada nas palavras dele, uma boa respirada e fuja dessa. Porque né, nem vale.




25/02/14
Na(s) categoria(s): Etiqueta e Boas Maneiras | Postado por Diandra Fernandes às 9:29

E elas são as seguintes:

etiqueta -mesa

  • Quando o prato chegar coma no mesmo ritmo que os outros. Porque é chato pacas ficar esperando por alguém que ainda não terminou especialmente porque ficou de papo.
  • Só comece a comer quando o anfitrião começar ou dizer pra que todos comam.
  • Não fique fuçando a travessa em busca do melhor pedaço.
  • Não deixe comida no prato.
  • Não beba (e nem fale, né?) com a boca cheia de comida.



20/02/14
Na(s) categoria(s): Anote Essa! | Postado por Diandra Fernandes às 8:37

essa tal de felicidade

Parece que recentemente a ciência resolveu dar uma olhada mais criteriosa nessa tal de felicidade e notou que existe sim uma fórmula pra ela que é a seguinte: genes + eventos x valores = felicidade. Quer dizer, os sinais da tal fórmula fui que eu que atribui, mas os elementos são os próprios: genes, eventos e valores. Isso porque algo em torno de 48% desta tal da felicidade vem da nossa genética, sem nenhuma interferência externa, ou seja, nada que possamos fazer a respeito, tipo a pessoa já vem de fábrica predisposta a ela, sabe como? Já 40% vem de algo que aconteça que nos deixa superfelizes num momento ou ocasião como arranjar o emprego dos sonhos ou realizar algo que sempre quis fazer. Só que este tipo de felicidade não tende a durar ou perdurar por muito tempo. E sobra os 12% que ficam por conta dos valores que a gente tem. E entenda valores como os seus próprios valores e de como vive de acordo com eles e ainda algo que englobe a fé (e desconfio que nem precisa ser algo ligado a uma religião somente), família, comunidade/amizades (porque os relacionamentos que a gente tem e qualidade deles são a base fundamental para amparar e vivenciar a própria) e trabalho (trabalhar com algo que ame e que seja recompensador pra você onde você seja bem sucedido financeiramente ou no sentido que aprendi recentemente: o quanto consegue inspirar os outros).

E seriam estes últimos os tais elementos que poderiam assegurar a tal da dona felicidade por mais tempo e que independeria dos genes e tal. Ou seja, o ambiente que você tem ou dispõe à sua volta, os seus relacionamentos e como se relaciona com tudo isso é o caminho.

Eu acho que faz um certo sentido porque eu por exemplo acho que a felicidade não é um destino a se chegar e sim um jeito de viajar e tem muito mais a ver como se encara a vida do que qualquer outra coisa.

E você, pensa o quê?

Via NYTimes.




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